CONHECENDO UM POUQUINHO MAIS A ALB E O PENSAMENTO DA PRESIDÊNCIA

 

A ALB é uma entidade social de caráter privado. Sujeita às Leis, sem subserviência aos órgão públicos.

Presidentes e Conselheiros Estaduais e Municipais, Membros da ALB e extensões, no Brasil e Exterir, em todas as instâncias de nossas organizações, recebam o total e irrestrito apoio da ALB, mesmo em seus projetos pessoais. Utilizem, em seus escritos e ofícios institucionais e pessoais, papel com o timbre da ALB.

É grande o privilégio, por força de vossas dedicações, a ALB se fazer presente em todos os projetos do interesse de seus Membros, representantes naturais e oficiais da ALB.

Como exemplo, a ALB/Piracicaba, presidida pela escritora Imortal Branca Tirollo, projeta para as bases da ALB naquele município, um trabalho de resgate histórico e produção de eventos literários e culturais a serem desenvolvidos no Teatro local, como:
- palestras sobre o meio ambiente, drogas, prostituição infantil, contra-educação (letras de músicas contra-educacionais, de psicossugestões negativas sobre os seres) e outros temas polêmicos da época atual;
- oficinas sobre temáticas diversas: rios, poluição, lançamento de livros, revistas e do Jornal das Artes... Obstáculos? Certamente existem. Em sua maioria, originários no poder político. Por seres com interesses econômicos, comprometidos com grupos e facções criminosas, de manipulação social e devios dos recursos públicos, em busca de privilégios pessoais e familiares, indiscriminada e criminosamente. Estes, em sua maioria, são os obstáculos enfrentados pelos escritores, idealistas, Membros de nossas organizações e entidades comprometidas com a verdade, voltadas ao evoluir sócio-cultural e administrativo, seja em nosso país, ou Mundo, onde todos somos co-partícipes à autoria de modelos mais e mais apurados e evoluidos à equanimicidade e igualdade, frente as leis e oportunidades.

O apoio da ALB é incondicional aos seus Membros e ao desenvolvimento de projetos profícuos, humanos e sociais, no Brasil e Exterior.

Mister a versatilidade dos Membros e sobretudo dos Presidentes Municipais e Estaduais em busca de apoio. Como exemplo, em Piracicaba/São Paulo, a Academia de Letras do Brasil tem encontrado apoio nos seguintes locais, instituições e organizações: Tiro de Guerra; Teatro São José, Clube de Campo, Sesc de Piracicaba. Câmara de Vereadores, Justiça local, Cooperativa Nacional de Cultura. Sempre com dificuldades e grandes sombras em forma de obstáculos, como o impedimento, em 2010, das instalações da Academia Estudantil de Letras de Piracicaba, que se faria na ETEC, o que resultará em retardo politizacional à região. Encontrando-se, como pivô, interesses mantenedores de domínios à segmentos políticos locais.

Nossos Membros necessitam buscar parceiros que estejam abertos a somar em objetivos capazes de serem traduzidos em ações culturalmente saudáveis e propícias ao desenvolvimento integral do ser.

Nossos representantes devem deterem-se em sensibilizar os diretores dos órgãos de imprensa, conquistando uma coluna diária ou semanal em jornal a ser utilizada pelos Membros da ALB/em cada município brasileiro. Conquistando também nas rádios locais, uma ou duas horas, ainda que semanais, constituindo-se em maiores bases de apoio aos projetos locais da ALB e seus Membros. Nos programas da ALB, uma vez conquistado este importante espaço, empresários, colaboradores e autoridades dos vários segmentos, em entrevistas, poderão melhor conhecer os projetos e ideais da ALB, assumindo posições dentro dos vários projetos. Havendo empresas de televisão local, devem os Membros e representantes da ALB apoiar e contribuir com sugestões de pautas, colocando-se, através de ofício, como parceiros incondicionais ao desenvolvimento de projetos que traduzam a elevação da cultura média local. Além de enviar aos diretores de programação e jornalismo, sempre que possível, release com as atividades em curso pela ALB

Reflexão do Presidente

Materializar os ideais e os sonhos, e o realizar-se individual de um escritor, constitui-se em obstáculos a serem conscientemente enfrentados, sempre cientes de suas sublimes funções humanas e sociais. Necessitamos aproximar, cada vez mais, a escrita de uma possibilidades implementatória, transformando assertivas ideais em resultados concretos, em busca de maior evolução social.

Observamos centenas e mesmo milhares de anos separando todas as teorias das verdadeiras realidades e estágios históricos porque passam as civilizações. Contudo, os escritores devem se fazer conscientes que os seres passam por estágios de aprendizados influenciados pela escrita.

Os seres identificam-se sempre com um escritor. O qual passará a influenciá-los em suas trajetórias e ações. É comum um escritor ter suas produções lidas na cama, encontrando seus livros em lugar cativo ao lado da mesma. Todo escritor, através de seu livro, ocupa, em algum lugar, um lugar à cabeceira de uma cama, de onde, noite-a-noite, ganha o conforto das mãos e especial atenção nos olhos atentos do fiel leitor. Em realidade, leitor este, de pensamento e personalidade igual ao escritor e, por identificação, forma-se o elo. Assim, os livros, ao conquistarem este privilegiado lugar, são lidos diariamente, página após página. É certo que alguns leitores devoram, em uma única vez, toda a energia depositada pelo escritor em suas produções. Assim, nesta aparentemente simples leitura, se dá o processo psicossugestivo que poderá influenciar e conduzir suas trajetórias concretas durante suas existências. Um simples conceito assimilado de um livro, poderá fazer de um ser um homem bom, de firmes propósitos e ideais. Sendo o caminho inverso, dependendo do conteúdo, também uma assertiva.

Assim como os escritores de natural essência e identificação com o que fazem, sem esforços maiores, existem também aqueles que "mais executivos" materializam muitos ideais influenciados pelo que lêem. Outros, mesmo com formações múltiplas superiores e condições aparentes para escreverem, não o fazem. E como um "grande mistério" todos os seres desempenham suas mais altas finalidades e funções sociais.

Particularmente, em dado momento, em minha sala, enquanto escrevia confortavelmente mais um de meus livros, ouvi por entre uma pequena fresta da porta, que encontrava-se aberta, barulhos de latas e assobios. Com um pouco mais de atenção percebi tratar-se dos lixeiros. Nossa! Fiquei muito envergonhado. Pois, naquela noite chouvia muito e eu, ali, sentado escrevendo enquanto aqueles homens trabalhavam como verdadeiros escravos... Ou heróis? Heróis são títulos que se lhes atribuem as classes abastadas, e se iludibriados pela vaidade, aceitem a condição de miséria e dificuldades a que vivem. Parei imediatamente com o que escrevia e, ao abrir uma nova página, escrevi: QUEM SÃO ESSES SUPER-HOMENS... LIXEIROS OU AGENTES DE SAÚDE PÚBLICA? Até hoje, tento de todas as formas, através de projetos e publicação de artigos, melhorar as condições de vida dos lixeiros. Desenvolvi um projeto onde seriam (serão) os lixeiros contratados diretamente pelo Governo Federal, retirando-se todos os intermediários - pois os recursos originais saem de Brasília, ficando um pouquinho nas mãos de todos que encontram-se entre a origem dos recursos e os nossos Agentes de Saúde Pública. Digo agente de Saúde Pública, por também constar em nossas assertivas de ideais e justiça a que devem galgar aqueles que trabalham no saneamento básico em toda a Nação, constituida na profilaxia das cidades - base fundamental à saúde pública.

Em outro momento difícil, em 1989, vi um de meus irmãos, Edgar Hudson, morrer devido a um erro médico - apendicit foi confundido com gastrite. Em três dias encontrava-se sepultado.

A família com muitíssimo pesar, em especial minha mãe, queria até mesmo "matar" a médica que não foi capaz de diagnosticar a origem das dores, sintomas que levaram meu irmão à morte. Há época, sentei-me frente a uma máquina de escrever e iniciei o que se faria em uma representação contra a médica junto ao Conselho Regional do RS com cópia para o Federal de Medicina. Porém, meio a escrita, subtamente retirei o papel da máquina e o coloquei fora. "Não, o meu irmão não valia tão pouco. Apenas retirar aquela médica da profissão". Iniciei um projeto o qual o entitulei de "AVALIAÇÃO PERIÓDICA PARA MÉDICOS NO BRASIL". Fui para Brasília, entregando o mesmo em mãos do Ministro da Saúde, Alceni Guerra, o qual pediu para um de seus assessores assinar o protocolo de recebimento. Contudo, não me detive a esta ação. Fui também recebido pelo Ministro Bueno de Souza, Presidente do STJ, Superior Tribunal de Justiça, a quem, ofereci também o livro, de minha autoria, Resumo de Projetos Políticos, onde, entre outros projetos, tratava sobre a necessidade da criação da Avaliação Periódica para Médicos no Brasil, com obrigatoriedade de curso de aperfeiçoamento aos ináptos, detectados pela Avaliação. O que, hoje, 2010, o curso periódico é obrigatório. O ministro Bueno de Souza contava em sua chefia de gabinete (1993) com a Dra. Ana Souza, esposa do empresário Henrique Arthur de Souza, filho do Imortal escritor, ex-prefeito de Belém e Desembargador, Lucas de Souza, família com quem tive o privilégio de conhecer e conviver. Lucas de Souza, após passarmos uma longa noite e um dia conversando, o vi pela última vez (antes de seu falecimento) quando fora levar-me ao aeroporto. Hoje (2001) Lucas de Souza é o nosso Patrono no CONALB - Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil. De volta a morte de meu irmão: - estive também com deputados federais e senadores, em busca de apoio para a implementação de obrigatoriedade da avaliação periódica para médicos no Brasil, o qual consistia elementarmente em fazer com que os médicos a cada 4 ou 5 anos, fossem submetidos a uma avaliação, confirmando estarem atualizados e serem capazes de saber distingüir ou identificar sintomatologias elementares de grande risco de vida, e certamente as viroses do dia-a-dia. Pois bem, hoje, não contamos com uma avaliação periódica. Mas, isto sim, com a obrigatoriedade a cada 5 ou 6 anos, dos médicos passarem por um curso de reciclagem. Certamente milhares de vidas são poupadas de muitos erros médicos. Ainda que continuem muito elevados os percentuais de erros. Mas, imaginemos sem a obrigatoriedade da reciclagem periódica! O que seria? Ainda hoje (2009) luto para aperfeiçoar tal eficiência, buscando aprovar um projeto de obrigatoriedade de emissão de diagnóstico, por escrito, frente a emissão de quaisquer receitas. Dessa forma, instrumentaremos as populações de documentos que identifiquem muitos absurdos que ainda ocorrem, sem que os médicos assumam seus erros que resultam em perdas comumente irreversíveis a muitas pessoas. Com isso, não vejamos a todos os médicos como irresponsáveis. Há, na classe médica, uma minoria de pessoas inconsequentes, capazes de retirarem seus diplomas de uma gaveta, após dez anos da formatura, colocarem-no em um prego na parede e sairem clinicando. O que, graças a feliz condução do Conselho Federal de Medicina, já não mais acontece. Minimizando em muito os erros.

Logo, não podemos ser tão severos com os escritores. Particularmente vejo os escritores como pessoas conscientes e à medida do possível, tudo fazem para aproximar a teoria da práxis. Devemos sempre, esforçar-nos em oferecer um corpo físico e concreto a tudo quanto possa significar melhoras sociais. Uma escrita ativa, de possibilidades reais, mais próxima de nosso tempo. Também, não se preocupem os poetas! A poesia é um grandiosíssimo instrumento à evolução humana, tanto funcionando como terapia para aqueles que à escrevem, quanto para os que as lêem. Devemos no entanto admitir e mesmo confessar ser muito, muito complexo e difícil. Muitos obstáculos são colocados em todos os caminhos. Muitas autoridades e pessoas que ocupam cargos públicos, antes de usá-los com fim no ser, o usam para locumpletarem-se e pouco fazem efetivamente pelos segmentos que representam. Contudo, em nosso ver, com o desenvolvimento das modernas tecnologias e a ampliação da democracia e liberdade de imprensa, menores se tornarão, a cada dia, os espaços às práticas criminosas, e detre estas, a corrupção. Sendo esta, em nossas observações, a base dos demais crimes. Drogas, piratarias, estelionatos, devios de recursos públicos, assassinatos e sequestros, entre outros, contam com o estímulo, e em muitos casos, participações, de governos e autoridades corruptas, veja-se o vergonhoso caso Daniel Dantas no Brasil, onde o próprio ministro do Superior Tribunal Federal, deliberadamente, fez-se cúmplice, ou aliado da criminalidade, ordenando, deliberada e ditatorialmente, a soltura, por três vezes, do banqueiro.

Solicitação aos Membros e Representantes da ALB

Necessitamos de uma lista de nomes completos de autoridades por excelência. Não apenas por estarem ocupando um cargo público. Isto, para oferecermos aos indicados, a outorga de títulos da ALB, como o de "CAUSAS IMORTAIS" ; "AMIGO DA CULTURA" "PERSONALIDADE CULTURAL" . As indicações podem constituirem-se de empresários, juízes, desembargadores, educadores, reitores, vereadores, deputados estaduais, federais e senadores (que comprovadamente não encontrem-se ou tenham envolvido-se ou respondam processos em crimes, não somente de corrupção, mas também de pedofilia e demais crimes previstos em Lei). Também, pessoas que (mesmo não oferecendo apoio diretamente aos projetos da ALB) sejam identificados, pela mídia, por seus trabalhos e ideais iniquivocamente humanos. Enfim, pessoas que realmente sejam identificados por nossos Membros e representantes como merecedores das comendas e títulos máximos da ALB. Dessa forma, aos poucos, fortaleceremos as bases locais da ALB em todos os municípios e Estados onde contamos com representações.

Aos nosso Membros, em todo o Brasil e exterior, nosso

- forte, eterno e Imortal abraço!

Prof. Dr. Mário Carabajal - Ph.D.
ALB/Presidência