ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL

ALB/RS

IMORTAL MARINÊS BONACINA

Discurso de Posse
ALB / 10.08.2010

A Escritora Marinês Bonacina é Jornalista, Ativista Cultural, Poeta.  Presidenta da Casa do Poeta Latino-Americano – CAPOLAT. Embaixadora Universal da Paz, Genebra - Suíça - Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix. Consulesa de “Poetas Del Mundo” em Porto Alegre –Z-ENE_RS. Acadêmica, Cadeira 39 do patrono Jornalista Mendes Ribeiro da Academia de Artes, Ciências e Letras “Castro Alves” posse em 2003 e Vice-presidenta da Academia. Acadêmica da ALMURS - Academia de Letras dos Municípios do RGS/ 2004. Membro da diretoria do Conselho Deliberativo da ARI – Associação Riograndense de Imprensa /2008. Diretora Cultural da FECI – Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional. Delegada de Nova Bréscia pela ALPAS XXI Cruz Alta.Jurada de eventos culturais. Participação em 20 Antologias e Coletâneas Nacionais. Autora do livro "FRAGMENTOS". Detém vários prêmios literários, entre eles, Medalha Cultural Brasil 500 anos / Brasília-DF. Medalha Mário Quintana de Literatura. Medalha de Ativismo Cultural. Medalha Nelson Fachinelli. Troféu Prata, da Casa do Poeta. Conta ainda, com indicação da Presidência da Academia de Letras do Brasil, à receber o título de maior honraria interna 'Doutora Honoris Causa' Ph.I. Filósofa Imortal, com previsão de diplomação na primeira semana de 2011, em solenidade própria em Porto Alegre, RS.

Marinês Bonacina
http://marinesbonacina.blogspot.com
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/marinesbonacina
 http://capolat.angelfire.com/mural.htm

Conheça algumas poesias da escritora Imortal

ALÉM DA VIDA
                            Marinês Bonacina

 

Avançam os caminhos,
no alvorecer de um novo dia.
Transmutam-se estações...
no curto espaço, da plenitude física.
 Existência, uma viagem na busca da evolução,
 completar o ciclo de um tempo, sempre igual.
Nas imagens abstratas, labirintos de emoções,
segues, onde reina amor.
Silhueta, sombras ou penumbras,
luz que se propaga.
Transpassa a imensidão, a matéria, a essência
e um semblante que, das passagens,
 criou traços genéticos.
Caminhos!
Muito Além da Vida.

Porto Alegre,18/02/2008

 

GRITO DA VIDA
                      Marinês Bonacina

No universo,
somos viajantes interplanetários.
Busco o mistério do espaço cósmico,
O alerta da natureza,
no cenário azul do infinito.
O fio de sol queima. . .
Sinfonia universal,
no grito do planeta terra,
que repudia a poluição.
Testemunha o vento
no coração de Gaia.
O mundo dos produtos químicos:
o homem de máscara afivelada!
Chora  a mata em destruição,
o rio sangra. . .  Beijando o mar.
Assim, a espessura dos sonhos,
a intocável atmosfera,
entre as camadas
da consciência, apaga-se.
Talvez, um dia. . .
o homem registre
no laboratório central.

 

                                                 ECOPOESIA
                                                            Marinês Bonacina

 

Um trovão ecoou nos céus,
Luz que brilhou.
Natureza... Sentir o pulsar da vida.
A gota fina e transparente que reflete a essência
O cheiro de terra molhada
É vida da vida vivida....na árvore das espécies.
Reflexões, sentimentos, memórias.
No despertar de um grito,
O planeta terra...
determina aspectos da vida.
Ligados ao fio condutor e a uma cor
E quais azuis cabem dentro do azul?
Qual seria a tonalidade da paixão?
S.O.S...Escravo da espécie humana.
Onde vejo o início e o fim.

DOR DA ARTE

Ah! Sentimentalismo,
que me faz sentir dor.
Dor da arte de amar,
de doar e sentir.
Um prazer de ter e não ter,
de imaginar o belo,
da cor do amor.
Do viver!

 

Marinês Bonacina
Porto Alegre,10/9/2008

 

A POESIA

O poeta escreve
A sua poesia.
Palavras presas na garganta,
momentos, que não esquece.
Da chama de uma paixão
Pedaços de sonhos, compôe.
Canta o amor e a saudade,
Por serem fundamentais à poesia.
Chora...As vezes, com o violão,
Da dor faz jocosa realidade,
Procurando transforma - lá em alegria.
Por uma saudade, viva na memória.
Espera um momento de alegria,
E, assim dá asas aos sonhos.
Alguém, que esteja na eternidade,
que ficou na sua história,
e preso na sua lembrança.

Marinês Bonacina
Porto Alegre,04/06/2000

 

CAIXA DA VIDA

 

O tempo levou o momento,
Sonhos refletidos nas quatro estações.
Leio o eclipse da vida,
Nos pontos luminosos,
O silencio do espelho.

Na porta de outra vida
Os segredos dos viventes.

Escorre os segundos pelos dedos do tempo.
A ansiedade interna,
No inverno repentino.
O papel, o número, a letra. . .
A magia do amor, uma revoada.
A colheita na caixa da vida.

Marinês Bonacina
POA, 12/06/2003.