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TEORIA SOBRE A FORMAÇÃO DO UNIVERSO E A VIDA ETERNA

Dr. Mário Carabajal

Aproximadamente 3,4 bilhões de anos foram necessários para que a maturação cósmica chegasse ao níveis de densidade e equidistâncias a propiciar o surgimento da vida biológica como a conhecemos hoje.

De acordo com as teorias atuais o Sol  e os planetas se originaram juntos a partir de uma vasta nuvem de pó e gases. Inicialmente, a nuvem foi comprimida pela luz das estrelas e o processo foi acelerado por forças gravitacionais.

O elemento químico mais abundante do universo desde o seu surgimento, é o hidrogênio, sem modificar esta supremacia até os dias atuais.

O hidrogênio livre, gravitou em direção ao centro, onde a pressão e a temperatura eram suficientemente elevadas para iniciar a reação Termonuclear de uma estrela.

O Sol formou-se e a massa de poeira cósmica que girava em seu redor se fragmentou, resultando pequenos espirais, independentes entre si, porém sob o campo gravitacional do corpo maior ao centro.

Os espirais de poeira cósmica menores, ao redor do "Sol" também condensaram-se, todavia, com características próprias, obedecendo aos fatores, hoje identificados cientificamente: "tempoquímicos" e "eqüidistantes".

Enquanto a terra primordial ainda era gasosa, os elementos  pesados  (ferro, níquel, alumínio e silício) permaneceram na superfície, precipitando parte ao seu centro mais denso.

Os elementos químicos mais leves, como o hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e carbono, mantiveram-se nas camadas mais externas.

Paralelamente ao aumento das forças gravitacionais, gases como o vapor d'água, metano, hélio, amônia e hidrogênio formaram, por retenção, a atmosfera  com as propriedades redutoras primordiais.

Os elementos leves comuns, carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio, da superfície da terra, formaram as primeiras moléculas, propiciadas pelos fatores "tempoquímicos"  (estágio de luz, pressão, calor, gravidade, movimento, contextualizados em um intervalo de tempo).

O oxigênio, carbono, hidrogênio, nitrogênio, cálcio, fósforo, ouro,  prata e outros de menor percentual insídico, são os constituintes primários da matéria viva.

Durante o processo de resfriamento o vapor d'água, retido em sua superfície também condensou-se, preenchendo as depressões resultantes na composição sólida da crosta.

Genéticamente, todos os seres têm informações e lembranças deste princípio da vida.

Durante o processo de condensação, sob as condições pertinentes àquele momento "tempoquímico" surgiram, a partir das primeiras moléculas, as primeiras  "células de dependência"; células que, dependentes daquelas condições ambientais especiais, combinaram-se em cadeia.

Agregados de tais moléculas orgânicas, ter-se-iam acumulado, provavelmente em bolsões rasos de água do mar, pois não existiam ainda bactérias para realizar a decomposição.

No prolongado decurso da evolução química, tais agregados competiam (seleção natural) pelo estoque limitado de matéria prima, dando origens a milhares de formas diferentes de vida.

`A  medida em que o "tempoquímico" modificou, com ele apurou as espécies, que se adaptaram aos diversos momentos de reações cosmo-nucleares.

Os seres possuem células que proporcionam uma perspectiva de vida eterna. São os espermatozóides e os óvulos, no homem e na mulher, respectivamente. Essas células “vegetativas” são imortais; - são as celular reprodutoras como mais comumente as conhecemos.

Dois bilhões e oitocentos milhões de espermatozóides concorrem a uma única vaga para darem continuidade à cadeia sucessória infinita (na ausência da morte) de geração em geração. É muito difícil haver a quebra ou interrupção dessa cadeia, já que o sistema imortal de vida sucessória oferece sempre um, dois ou vários “filhos” – na morte de um, outro tratará de dar seqüência à cadeia eterna de vida.

Os nossos filhos, mais do que filhos, são o produto síntese de uma interminável seqüência de aperfeiçoamento e apuração das espécies. Neles, existem traços biotípicos, fisionômicos, de personalidade e herança cultural, de todos os elementos (antepassados) que em cadeia primogenital, desde um passado remoto, participaram de sua origem. Essa cadeia, ou a vida, não termina com nossas transmutações, pois a síntese é repassada. Tudo quanto aperfeiçoamos nossas espécies, são “gravados” e retransmitidos  cromossomicamente (genética) em uma imortal, eterna e infinita cadeia sucessória – de onde sugere-nos postular a vida eterna em cadeia.

Toda esta herança, recebe, a cada mícron de milésimo de segundo, as últimas informações sínteses do universo, através da cosmogênese: - raios gama/vegetais e posteriormente sob a forma de alimentos, onde são gravadas as impressões cosmonucleares, com as tendências à harmonização humana de condução do planeta à integração desse minúsculo corpo às leis gerais de co-existência estelares.

Lemos, neuroelotroquimicamente, pela alimentação vegetal, os códigos químicos, informações máximas de condução da vida e do planeta,  transcodificando-os em pensamentos.

O que fora energia cósmica representada no hidrogênio (elemento mais abundante do Universo) – passa ao status nuclear, transformando-se em Hélio e parte em raio Gama(fusão nuclear). Quimicamente, via  espectro solar, é codificado nos vegetais, ganhando a neuroeletroquímica humana pela alimentação, de onde é transcodificado em pensamentos.

Daí, a necessidade de uma alimentação balanceada, rica em vegetais.

A aquisição da síntese dessas energias via outros animais, é um tanto mais desgastante, já que nos intoxicamos quando alimentamo-nos de qualquer espécie de carne; - independentemente se branca ou vermelha.

Alguns vegetais, possuem poder degenerador sob os seres, como por exemplo, anti-depressivos (fumo -“nicotina”) – (síntese de álcool)  e alucinógenos, como a Cannabis Sativa “maconha”, Coffea Arábica “café”(usado em doses excessivas) ainda, depressivos, como o Ópio; Morfina; Codeína; Heroína;  e  ou estimulantes, como a Cocaína; Anfetamina; Mescalina; LSD. Também, algumas espécies de cogumelos, cipós e raízes.
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Psicanalista Clínico/Educador Físico/Especialista em Pesquisa Científica/Mestre em Psicanálise/Doutorando em Medicina Psicossomática/V.Pres.Academia Roraimense de Letras e Presidente da Academia de Letras do Brasil