" MAIS GUERRAS, MAIS LUCROS "
GEORGE W. BUSH
Mário Carabajal
O encarregado das decisões da FOX NEWS CHANNEL na noite em que foi noticiada a falsa virada de Bush na Flórida era Jon Endress, seu primo em primeiro grau. Enquanto outro parente, seu irmão, era o governador da Flórida.
A coordenadora pela campanha de Bush, acumulava a responsabilidade pela apuração oficial de votos em seu Estado.
A Suprema Corte americana, que deu a vitória a Bush, fora integrada por amigos de seu pai, ex-presidente .
Somente no Condado de Durval, mais de 27 mil eleitores, dentre os quais, 16 mil afro-emericano, foram privados de seus direitos civis nas eleições que levaram Bush à Casa Branca. Desse número, pode-se presumir o número em todo o país.
Os afro-americanos não tiveram apoio de nenhum senador dos Estados Unidos ao apontarem fraude nas eleições de 2000. Muitos deputados manifestaram-se, mas sem a assinatura de um senador, nada pode ser feito.
A posse de Bush não contou com a caminhada tradicional do presidente até a Casa Branca. A população impediu, jogou ovos em sua limosine e protestou contra as fraudes nas eleições.
Bush, no momento dos ataques de 11 de Setembro, encontrava-se em uma sala de aula, reunido com algumas crianças. Lá ele permaneceu por mais de sete minutos após haver sido avisado, sem tomar nenhuma providência.
A família de Osama bin Ladem, comprovadamente, mantém relações comerciais com a família de George Bush.
Major James Bath e Bush, em 1972, serviram juntos na Força Aérea Americana, inclusive, em dado momento, chegaram a ser suspensos por não prestarem exames médicos. Daí, uma amizade que renderia muitos dólares.
O major Bath, por um período, fez-se administrador financeiro dos bin Laden no Texas.
Bath, abriu um negócio na área da aviação, e seu primeiro negócio foi a venda de um avião para Salen bin Laden, herdeiro da segunda maior fortuna da Arábia Saudita – grupo saudita bin Laden.
Bush filho, estava sempre competindo com seu pai. Fundou uma exploradora de poços secos de petróleo no Texas. Para isso, era necessário muito dinheiro. Os recursos não vinham da fortuna do pai. Recebia investimentos por Bath.
Bush levou à falência todas as empresas que administrou. Suas empresas sempre tiveram altíssimos investimentos sauditas. Na última, após quebra-la, vendeu-a aos sauditas e passou a ocupar uma cadeira na diretoria - Harcken Energy Corporation.
A The Carlyle Group – empresa saudita, ligada a Bush e bin Laden, investiu em um fundo de defesa americano, capaz de render-lhe em um só dia, U$ 237 milhões de dólares. À medida em que se dá o expansionismo bélico americano, essas famílias recebem dividendos. O negócio deles é guerra, quanto mais, mais ganham.
Em trinta anos a realeza Árabe investiu em Bush, seus amigos e negócios, 1 bilhão e 400 milhões de dólares, ao ponto de Bush tentar impedir as investigações do congresso sobre o 11 de Setembro. Afinal, atentados levam ao crescimento dos negócios particulares. Mais armas, mais lucros.
Para que se tenha uma idéia, 860 bilhões de dólares foram investidos pelos árabes sauditas na América, o que representa em torno de 6 a 7% da economia americana. Como se não bastasse, mantém 1 trilhão de dólares aplicados nos Estados Unidos. Os maiores bancos e instituições americanos contam com os sauditas como seus maiores acionistas.
O próprio Bush se intitula como o presidente da guerra. "Eu tomo as minhas decisões sobre política externa com a guerra na cabeça" – "dinheiro na cabeça".
Assista ao documentário crítico Fahrenheit 11 de Setembro - do inigualável cineasta Michael Moore.
Jornalista e Psicanalista. Especialista em Pesquisa Científica. Prof. Ph.D. Presidente da ALB.