ÓTICA CINESIOLÓGICA DO AMOR E ÓDIO

FREQÜÊNCIAS QUE OSCILAM

Mário Carabajal*

Necessitamos, urgentemente, admitir que o Mundo encontra-se habitado por bilhões de seres diferentes entre si. Com experiências diversas e incontáveis.

A seu modo, o ser reproduz suas vivências, projetando sobre os outros, o que têm, primeiramente, de pior, para de seus traumas se libertar. Não sabem eles, que à medida em que são transferidas suas piores lembranças, a lacuna deixada, deverá ser ocupada por elementos mais carregados e de maiores complexidades, elevando, mais e mais, a necessidade de correspondência.

Sem ser prejudicado pelos aspectos negativos de suas frustrações, o ser é lançado ao encontro crescente de boas e agradáveis emoções. Um sem interferir no outro, crescem e se alojam no âmago do ser. O confronto diário e permanente ganha proporções patológicas sempre que uma distancie-se em muito da outra. Por isso encontramos seres de extremos opostos convivendo em harmonia. Cada um desenvolve livremente seus potenciais, completando-se entre si. Não obstante, àqueles de mesma freqüência, encontram melhores condições para o desenvolvimento evolutivo conjunto. Menos atritos e desencontros são observados. Nos de experiências contrárias, há oscilações muito acentuadas na convivência. O amor e o ódio co-existem, aflorando cada um de acordo com a onda de maior vibração e latência. Sempre que esvaziado o amor, manifestar-se-á o ódio. Se a este também for dada vazão superior aos níveis operantes de amor, este ressurgirá. Aquele com predominância tensional sempre aflorará. Mantendo submetido ao seu domínio, o de menor vibração.

Tanto é o entrecruzemento das freqüências entre os seres, que conseguem interferir uns sobre os outros por força suas simples presenças, inibindo ou estimulando ações, frustrando ou alimentando projetos, reconhecendo ou ignorando esforços, somando ou dividindo às prioridades. Cientificamente é comprovado que uma só célula humana conta com energia que oscila entre –40 e –90 milivoltz. Toda a matéria é dotada de energia. Ondas de rádio, tv e celular formam verdadeiras pontes de ligação entre os seres. Mantendo milhares de pessoas sob freqüências eqüidistantes, com cargas e vibrações semelhantes. Através da bioeletrografia comprovamos que a energia dos seres e dos objetos não limitam-se às suas massas. Ultrapassando seu corpo físico material. Se tivéssemos uma visão bioeletrográfica do mundo que nos cerca, melhor entenderíamos a assertiva de interferências que se formam entre os seres. Cores sobre cores. Ondas sobre ondas. Elos claros de seqüências a serem seguidas e abandonadas. Um verdadeiro show de luzes e cores tomariam totalmente nossas visões sob a ótica bioeletrográfica. Ondas e cores que se somam e que se repelem. Acessos e privações. Medos e alegrias.