Estágios Psicomaturacionais da Consciência Humana

Pesquisador: Prof. Dr. Mário Carabajal - Ph.D.

 

Segunda Grande Rede Sináptica de

*** Reflexão  

de 26 aos 30 anos


Sexto Estágio


“Formação da consciência”

Atribuímos a reflexão ao sexto estágio, elemento este, identificador de formação efetiva da consciência. Ocorre, quando iniciamo-nos no aproveitamento  das reproduções de erro e acerto, para outros fins que não os que os originaram.
Começamos a perceber a possibilidade de agir-se obedecendo a dois critérios:

Internos: 
Conceitos fixados nos estágios anteriores.  Reações reprodutivas de respostas, compatíveis às frequências acumuladas, codificadas e interiorizadas. Respostas reflexas incondicionadas, em frequência direta com o limiar tensional oferecido.

Externos:
Normas dos meios em que se nos encontramos,  “utilização”   consciente  de experiências anteriores. Respostas condicionadas  de retorno. Estas, se encontram em padrões formais científicos, limitando-se ao conhecimento médio acumulado pela humanidade. Atende ao pressuposto teórico. Encontra-se em frequência com os embasamentos teórico-práticos e sobretudo, atende ao padrão convencional sócio contemporâneo local. Para a oferta de novos elementos, observa-se todo o conjunto até este momento aceito, introduzindo-se o novo de forma sistemática à sua operacionalização.


Sétimo Estágio

“Consciência inconsciente”
Passamos a reagir ao meio, com consciência inconsciente. Ora ao encontro e ora de encontro a uma sensação de bem estar e tranqüilidade interior.
É um tanto fácil identificar este estágio, pois, temos a tendência a não descansar sem concluirmos tarefas, as quais, julgamos imprescindíveis.  Movidos por forças que neste estágio não dominamos, somos impelidos à ação.
A consciência inconsciente, a que atribuímos ao estágio sétimo, se caracteriza, por não sabermos o fim exato a que se nos levará tal feito incontinente. Estamos em um novo campo observatório.


Oitavo Estágio

“Inconsciência consciente”
Como em estágios anteriores e nos seguintes, este estágio, se nos apresenta com reações  ativas ao meio, porém, diferenciando-se do anterior no tocante as convicções ainda que inconscientes, todavia, mais acentuadas, levando-nos a uma interação maior com o meio.
Os ensaios e erros dão lugar aos acertos rumo ao que acreditamos, neste estágio, completar nosso ser.
Este estágio é  marcado por conquistas plenas numa perspectiva físico-social-psicológica. Esta ordem se dá pela acomodação do ser a partir da satisfação pessoal, o que leva-o ao meio.

Os resultados destas conquistas, são:
* satisfação mental
* sentimento de ser total

Satisfação mental
A satisfação mental encontra-se em  uma integração da mente com a sincronicidade dos movimentos sociais  e  profissionais de   sua convivência.

Sentimento de ser total
Sente-se  totalmente  integrado com  a  natureza. Respira profundamente, tem alegria. Consegue sentir  o ar  penetrando em  seu  interior,  não  é  àquela  respiração  superficial,  quase  desapercebida.  Tem prazer  não    em  respirar,  mas  ao  se alimentar,  tomar  banho,  beber  água,  caminhar,  correr,  trabalhar,  ler,  praticar  exercícios  físicos,  cantar,  ouvir  músicas.  Diante as práticas religiosas,  conversar  com  Deus,  conversar  com   os  amigos. Ainda,  orientar  a  quem  necessite,  viajar,  participar  de  negociações  comerciais,  acampar,  visitar  parentes  e  amigos,  dançar,  e sobretudo, para identificarmos  o  ser  neste estágio,  o  sorriso  bem  o caracteriza.  Vive a realização total,  sente-se completo.  Nada parece faltar.  Observe-se: 

O próximo elo,  na realidade, está sempre ao alcance de nossos sentidos, desde que nos proponhamos a uma caminhada contínua, progressista e evolucionista.