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Segunda Grande Rede Sináptica
de
*** Reflexão
de
26 aos 30 anos
Sexto
Estágio
“Formação da consciência”
Atribuímos a reflexão
ao sexto estágio, elemento este, identificador de formação efetiva da consciência.
Ocorre, quando iniciamo-nos no aproveitamento
das reproduções de erro e acerto, para outros fins que não os que os
originaram.
Começamos a perceber a
possibilidade de agir-se obedecendo a dois critérios:
Internos:
Conceitos fixados nos
estágios anteriores. Reações
reprodutivas de respostas, compatíveis às frequências acumuladas, codificadas
e interiorizadas. Respostas reflexas incondicionadas, em frequência direta com
o limiar tensional oferecido.
Externos:
Normas dos meios em que
se nos encontramos, “utilização”
consciente de experiências
anteriores. Respostas condicionadas de
retorno. Estas, se encontram em padrões formais científicos, limitando-se ao
conhecimento médio acumulado pela humanidade. Atende ao pressuposto teórico.
Encontra-se em frequência com os embasamentos teórico-práticos e sobretudo,
atende ao padrão convencional sócio contemporâneo local. Para a oferta de
novos elementos, observa-se todo o conjunto até este momento aceito,
introduzindo-se o novo de forma sistemática à sua operacionalização.
Sétimo Estágio
“Consciência inconsciente”
Passamos a reagir ao
meio, com consciência inconsciente. Ora ao encontro e ora de encontro a uma
sensação de bem estar e tranqüilidade interior.
É um tanto fácil
identificar este estágio, pois, temos a tendência a não descansar sem
concluirmos tarefas, as quais, julgamos imprescindíveis.
Movidos por forças que neste estágio não dominamos, somos impelidos à
ação.
A consciência
inconsciente, a que atribuímos ao estágio sétimo, se caracteriza, por não
sabermos o fim exato a que se nos levará tal feito incontinente. Estamos em um
novo campo observatório.
Oitavo Estágio
“Inconsciência consciente”
Como em estágios
anteriores e nos seguintes, este estágio, se nos apresenta com reações
ativas ao meio, porém, diferenciando-se do anterior no tocante as convicções
ainda que inconscientes, todavia, mais acentuadas, levando-nos a uma interação
maior com o meio.
Os ensaios e erros dão
lugar aos acertos rumo ao que acreditamos, neste estágio, completar nosso ser.
Este estágio é
marcado por conquistas plenas numa perspectiva físico-social-psicológica.
Esta ordem se dá pela acomodação do ser a partir da satisfação pessoal, o
que leva-o ao meio.
Os resultados destas conquistas, são:
* satisfação mental
* sentimento de ser total
Satisfação mental
A satisfação mental
encontra-se em uma integração da
mente com a sincronicidade dos movimentos sociais
e profissionais de
sua convivência.
Sentimento de ser total
Sente-se
totalmente integrado com
a natureza. Respira
profundamente, tem alegria. Consegue sentir
o ar penetrando em seu interior,
não é
àquela respiração
superficial, quase
desapercebida. Tem prazer não
só em
respirar, mas
ao se alimentar, tomar
banho, beber
água, caminhar,
correr, trabalhar,
ler, praticar
exercícios físicos,
cantar, ouvir
músicas. Diante as práticas
religiosas, conversar
com Deus,
conversar com
os amigos. Ainda,
orientar a
quem necessite,
viajar, participar
de negociações
comerciais, acampar,
visitar parentes
e amigos,
dançar, e sobretudo, para
identificarmos o
ser neste estágio,
o sorriso
bem o caracteriza.
Vive a realização total, sente-se
completo. Nada parece faltar. Observe-se:
O próximo elo, na realidade,
está sempre ao alcance de nossos sentidos, desde que nos proponhamos a uma
caminhada contínua, progressista e evolucionista.
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