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Quarta
Grande Rede
Sináptica
*** Meditação
Dos 36 aos 40 anos
Décimo sexto estágio
“Meditação
inicial inconsciente”
Quando do início dessa análise,
referenciada no estágio anterior, chegamos ao décimo sexto estágio ou
primeiro da nova grande rede sináptica, esta de “meditação”.
Todos
os elementos experimentados até este momento perdem o carater de reflexão puro
e simples, dando lugar a pensamentos mais complexos, todavia, esta meditação
inicial é inconsciente, o que provoca controvérsias e dúvidas de consciência.
O propósito da formação desta
rede e estágio, é propiciar ao
ser em crescimento ou evolução, uma testagem ou prova mental, de tudo quanto
tenha, até a este estágio, sido por ele experimentado.
Todos os valores começam
inverterem-se a tal ponto, que da meditação inicial inconsciente, avançamos
rapidamente ao próximo estágio.
Décimo sétimo estágio
“Meditação inicial consciente”
Segundo estágio da grande rede sináptica
de meditação ou décimo sétimo geral.
Inicial, porque à medida em
que avançamos, passamos automaticamente ao estágio seguinte.
A
meditação consciente se dá de forma manifesta. Todas as nossas ações são
compartilhadas por todos quanto podemos alcançar. Tudo o que pensamos e
fazemos é dividido. Todas as
nossas convicções e expectativas são também divididas. Quase a totalidade dos seres por nós observados, tentam, a
qualquer custo, manterem-se neste estágio. Não podemos dizer “manterem-se”
mas, utilizarem-se deste estágio, por muitos já ultrapassado,
como veículo de exposição e criação de expectativa de retorno,
todavia, se natural, tudo do ser é manifestado neste estágio, todas as suas
buscas e sonhos. Porém, se já vivido e ultrapassado a este estágio, somente
os interesses imediatos e de ordem de necessidade direta do ser são
manifestados, desta forma, em sua maioria, são frustadas as tentativas de uso
consciente, com fim em si próprio, de uma lei natural.
Décimo oitavo estágio
“Meditação inicial
consequente”
Décimo oitavo ou terceiro da
grande rede sináptica de meditação.
Passamos a observar meditativamente
as reações que se nos ocorrem a partir de interações com os meios sociais.
Neste estágios analisamos; - X e Y
pessoas provocam reações positivas em nosso ser, eufóricas, de prazer e
alegria. Sentimo-nos por elas motivados, sonhamos, planejamos, executamos, avançamos
com maiores facilidades rumo aos nossos ideais. Identificamos metas, traçamos
objetivos, conquistamos posições, sentimo-nos integrados à própria vida,
sociedade. Somos parte da história. O ar e a água têm gosto, as flores têm
aroma, a vida tem sentido. A felicidade existe e nós somos parte dela!
K e W pessoas, ao contrário de X e
Y, nos levam à estados depressivos, sentimo-nos fracos, doentes, desprovidos de
forças para continuar. A impressão de que fomos esquecidos, desprovidos de
toda a sorte. Nenhum bom sonho, nenhuma realização. Nenhuma possibilidade.
Chegamos a questionar Deus quanto a nossa falta de objetivos, entusiasmo, saúde,
motivação, alegria. Enfim, felicidade existe?
Diante aos Ks e Ws, passamos a
“tentar” impor nosso próprio
ritmo às ações.
Neste estágio, tamanha é a evidência
das energias e frequências convergentes e divergentes, que dispensamos esforços
extras em busca de satisfação pessoal e superação de tensões.
Por mais esforços que canalizemos
à satisfação pessoal e, busquemos X e Y de prazer, repentinamente e por forças
fora de nossos domínios, encontramo-nos nos meios K e W , aos quais,
sentimo-nos agredidos.
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