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Quinta
Grande Rede
Sináptica
*** Sublimação
Dos 41 aos 45 anos
Décimo nono estágio
“Ensaio observatório de lei consequente”
Através deste estágio,
conseguimos suplantar as divergências com os meios referenciados no estágio
anterior. Sobretudo, pela formação da grande rede sináptica de sublimação .
Neste estágio, passamos a observar
as sucessivas conversões da lei de consequência.
Tudo, ao longo deste estágio,
notamos se repetir. Este é o melhor elemento observatório à identificação
do décimo nono estágio.
A vida parece ser uma sucessão de
fatos e repetições.
Os hábitos e necessidades se nos
apresentam como os mesmos.
Tudo limita-se e nada de novo, ao
contrário dos outros estágios, parece acontecer.
A forte impressão que nada existe
de novo.
Tudo parece ser uma eterna repetição
de ontem. Nada é novo e todo o novo não se nos é possível.
A fatalidade do destino já impôs
o nosso caminho.
Nosso destino é certo e nada se
modificará. Para fazê-lo, forças outras haveriam de surgirem, como que
“milagrosamente”.
Neste estágio, sentimo-nos
impotentes e desprovidos de forças para recomeçar.
Tudo continua a repetir-se…
Neste estágio surgem as grandes
depressões. Aqui, o ser pensa
encerrar-se a própria vida, aceitar uma condição de infelicidade e
descaminhos, apatia e solidão, miséria, doenças, medos e tristezas. Pensa
entregar-se a um destino incerto.
Tem em seu interior,
apenas duas ou três possibilidades de razões que o levariam a reagir,
lutar, sonhar. Todavia, tão forte é a condição
de insegurança e tantos são os “monstros” em sua mente, que faltam-lhe forças
mesmo para “sonhar” “querer”
“acreditar” “caminhar”. A
satisfação, contida em seu interior, renuncia emergir das profundezas de seu
ser. Quer, necessita fazer com que aflore as potencialidades latentes que
persistem manterem-se adormecidas. Quase imperiosa é a condição de acomodação
e descaso, mas...
Basta um “gostaria” “se possível”
de modificar, para principiar o processo de reversão. Este estágio tem peso e
acúmulo de erros e desencontros que ao longo de nossa trajetória evolutiva
insistimos em validá-los.
Para facilitar nossa emersão,
devemos, conscientemente, confessar nossos erros e despojarmo-nos dos mesmos,
propondo-nos, definitivamente, acertar. Caminhar com mais lentidão, porém pelo
caminho da verdade, àquela verdade interior, latente, consciente, desprovida de
interesses materialistas, desumanos, mesquinhos, pequenos.
Para ultrapassarmos a este estágio,
devemos selecionar o bem, o amor e a igualdade como elementos à balisar nossa
retomada ao crescimento.
Necessitamos, sobretudo,
identificar em nosso interior, os
“verdadeiros” valores pelos quais julgamos querer continuar nossa jornada.
É indispensável que respiremos fundo e sejamos capazes de utilizar-nos do
elemento “sublimação”. Como já bem referímo-nos, este é o grande
objetivo de nossa natureza evolutiva durante a este estágio
e fundamentalmente; - uma testagem, um grande recuo experimental avançado,
possibilitando-nos selecionar, refutar e validar os conceitos até aqui
interiorizados. Viver e experimentá-los,
eis a oportunidade para reavaliar a cada um.
Neste momento, nossos esforços e
vontade em acertarmos devem ser redobrados. Pois, dependendo de como saiamos
desse estágio, poderemos avançar com maior facilidade ao encontro dos próximos
degraus psicomaturacionais de evolução individual, já com repercussões
profundas no coletivo. Todavia, dependendo dos valores validados e refutados,
poderemos manter-nos indefinidamente neste estágio, ou até mesmo, percorrermos
uma trajetória “involucional”, o que é bastante raro, entretanto, possível.
Raro porque temos até aqui conquistado níveis de consciência crescentes, com
excelente aproveitamento e maximização de estágios anteriores.
Todo este
cuidado na orientação deste estágio, por, se validado o erro, quase
impossível se torna o nosso retorno ao curso natural evolutivo. Neste momento,
dependeríamos das reações naturais de recíproca oriundas dos meios.
Imaginemos, para uma visualização
das forças reativas impeditivas ao nosso retorno ao caminho natural a
seguinte situação. Sentimo-nos
seguros ao nadarmos em águas razas e calmas, sem correntezas.
Por esta segurança, atrevemo-nos um pouco mais, um pouco mais, até que
repentinamente encontramo-nos meio a uma pequena correnteza. Neste momento,
firmamos nossos pés necessitando de um pouco mais de equilíbrio e força. Não
recuando deste ponto, corremos o risco de sermos levados, não por nossa
vontade, mas sim, pelas forças naturais da correnteza, do meio ao qual
colocamo-nos, ou deixamos nos envolver. Todavia,
se ali estamos, acreditamos, termos segurança o suficiente para dominarmos o ímpeto
do meio. Necessário se faz, bem posicionarmo-nos, evitando sermos levados pelas forças
dos meios. Ao mesmo tempo, não podemos constituir-nos em uma barreira ao meio,
o que, forçosamente, resultaria no despreendimento de forças
superiores a nossa capacidade para a sustentação da somatória das forças
contrárias envolvidas.
Sobretudo, devemos enfrentar ao
meio, porém, sempre convictos do que estamos ali a fazer.
Devemos sempre, dentre aos variados
meios em que se nos encontrarmos, ao contrário de barreiras, deixar-nos vazar,
sermos transparentes, puros e límpidos como a àgua. Seu volume e forma se
adaptam aos meios aos quais se
encontra.
Acumular, resistir e suportar,
devem ser os instrumentos aos quais o ser lançará mão para ser flexível sem que se quebre, mas pela capacidade de
crescer à medida em que encontra obstáculos. Desta forma, a flexibilidade
humana, assim como um galho velho, suportará as pressões dos meios sem
curvar-se.
Se desenvolvemos todo um conjunto
de elementos de testagem e observações, indicadores estes de “espaços
livres” demarcatórios de nossa trajetória, não justifica-se trilharmos
caminhos que ofereçam incentivos
contrários as nossas próprias convicções. Devemos “sim”refutar a desejos
que não tenham em suas bases a essência do verdadeiro amor.
O verdadeiro amor é desprendido de interesses pessoais individuais,
busca o coletivo, ainda que a partir do individual.
Frente a cada ser de nossas interações,
nossa proposta deve ser em oferecer e dar o que de melhor temos em nosso
interior.
O mais puro, verdadeiro e sublime
propósito em servir àquele ser, auxiliá-lo em sua trajetória evolucional,
deve ser nosso objetivo.
Sempre com respiração consciente
e profunda, olhos nos olhos de nosso contemporâneo psicoevolucionário ser, com
o pensamento profundo e
decidido em oferecer o que de
melhor possa “fluir” de nosso interior infinito à evolução média de
todos os envolvidos naquele encontro.
Não havendo
nenhum cuidado quanto aos
elementos supra ofertados, estaremos entregues à dispositivos naturais
de precisão superiores a nossa sistematização. Todavia, ao lembrarmos dos
elementos, poderemos deles nos utilizarmos para abreviarmos e ajustarmos as posições,
interagindo no meio, de forma mais objetiva e consciente. Isto,
proporcionado, em nossas observações e pesquisas,
pela pré-disposição plena,
verdadeira e consciente em auxiliar o ser e o meio ao qual encontramo-nos.
A este estágio, dedicamos maiores
observações e o abordamos mais detalhadamente, motivados pela complexidade de
quem o vive, na esperança de contribuir e somar esforços àqueles que, para
nosso privilégio, nos dão o crédito, o respeito e o incentivo de lerem
criticamente a transliteração de nossas
transcodificações de pesquisas.
Devemos declarar, movidos pelo espírito
de verdade, que muito temos esforçado-nos para reunir este conjunto sistemático
de dados à uma operacionalização paradigmaximizadora de possibilidades à
evolução psicomaturacional da consciência humana.
Vigésimo estágio
“Ensaio observatório de erro
consequente”.
Este estágio, pode ser de curta, média
e longa duração. Dependerá para tanto, de nossos esforços em busca da
verdade, dos verdadeiros valores pelos quais pretendemos viver e dedicar nossas
vidas. Conscientes que “encontramo-nos meio a um rio de fortíssima
correnteza”. Tranquilidade para não sermos arrastados
palas corredeiras se faz necessária.
A permanência neste estágio,
dependerá de nossa rápida classificação de valores, os quais, uma vez
observados, servirão de modelos para que mais rapidamente alcancemos os
acertos.
Vigésimo primeiro estágio
“Ensaio observatório de acerto
consequente”.
Neste, o ser consegue de forma
clara vislumbrar as consequências a partir da correta tomada de decisão.
Vê a certeza, tem a segurança. Neste
momento, por sua caminhada harmônica com os meios sociais inter-humanos,
permite-se viver experiências totalmente novas pela formação da próxima
grande rede sináptica.
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