Academia de Letras do Brasil

 

Extrato auto-biográfico

Branca Tirollo, nome batizado por seus amigos aos vinte e seis anos de
idade, quando retomou sua carreira no teatro amador, nasceu na cidade de
Jaú, Estado de São Paulo, no dia onze de fevereiro de mil novecentos e
cinqüenta e cinco. Na época, seus pais moravam em um pequeno sitio, na
região da cidade.

Aos quatro anos de idade, já gostava de poetizar. O voar de uma borboleta, o
cantar de o Bem-te-vi, o pulo de o seu gatinho preto, as notas dissonantes
vazadas de o cano de bambu, por onde passavam as cristalinas águas de uma
nascente que, na época, se chamava de mina.

Aos seis anos, entrou para a escola primária, "Frei Galvão" por onde iniciou
suas primeiras atividades artísticas. Caminhava oito quilômetros para chegar
ao vilarejo onde era situada a escola. Sendo reconhecido, o seu talento, por
seus superiores, dirigia as festas comemorativas realizadas pelo colégio, e
recitava poemas de nossos Heróis Imortais, até que se passaram os quatros
anos.

Deu continuidade nos estudos, no Colégio "Major Prado", onde cursou artes
industriais por dois anos em período integral. Após, foi transferida para o
Colégio Industrial, por onde iniciou sua carreira de atriz no teatro amador.
Foi membro da Fanfarra Escolar e se apresentou várias vezes no Grêmio
Estudantil da sua cidade Natal, nas apresentações de Peças lapidadas pelo
grupo da escola.

De os anos, quando jovem, e as peripécias de sua mocidade, não foi aqui
revelado.

Aos trinta e quatro anos de idade, voltou a estudar, sem conseguir completar
o segundo grau. Estudou música por um tempo, na escola de Arte Contemporânea
da cidade de Piracicaba, onde vive desde os vinte e seis anos de idade.
Época em que seu nome de batismo – Shyrlei Tirollo – deu-se início ao
esquecimento. Renascia ali, uma nova mulher, "Branca" A revolucionária nas
questões sociais.

Escreveu algumas crônicas e poesias para jornais locais e cidades da região,
onde muitas, jamais foram publicadas.

Dos velhos manuscritos, restaram apenas lembranças de algumas linhas,
ficando os momentos vividos, para deles, extrair palavras, e delas,
preencher páginas, que hoje são testemunhas de a sua própria vivência.

Na época atual, constam na BN várias Obras de sua autoria. Muitas, ainda
permanecem em seu arquivo particular.

Voluntária desde os trinta anos de idade, atuou em vários Municípios, no
Programa Escola da Família, por onde realizou vários trabalhos em conjunto
com a juventude local.

Amante da literatura e do Palco retomou sua carreira pela segunda vez, aos
quarenta e seis anos de idade, já elaborando projetos e escrevendo Peças
Teatrais. Sem deixar a poetiza escondida.

No ano de dois mil e dois participou de duas antologias, projetos que teve
como responsável, o Imortal Ricardo de Benedictis, escritor residente no
Estado da Bahia.

Na ocasião, com mais de mil páginas de manuscritos, aprendeu por curiosidade
a manusear um computador, por onde foi estimulada a buscar conhecimento
teórico por intermédio de um Profissional. Aprendeu a trabalhar com alguns
Programas e hoje constrói seus Sites e também os Sites de alguns amigos.

Entre um trabalho artístico e outro, participou de algumas Peças teatrais,
com profissionais da TV Globo no ano de dois mil e três, dois mil e quatro e
dois mil e cinco.

Em dois mil e sete montou a peça Mendigos e Vagabundos, cujo roteiro foi
inspirado num texto de sua autoria, escrito há dez anos, onde explica o
cotidiano de nós brasileiros. Dele, elaborou um projeto e após, enviado para
o Ministério da Cultura, onde foi aprovado no mesmo ano.

Lançou o Romance Viajante Imaginários, pela empresa SEVEM SYSTEM
INTERNATIONAL LTDA, com o selo da Editora Biblioteca 24x7.

Ainda em dois mil e oito, elaborou o projeto de uma antologia, com a
participação de outros mais oito autores. O livro ganhou como titulo
"Escondidos Sob o Luar", cuja capa leva uma fotografia do Forte de Bertioga
" Fortaleza de São João da Barra de Bertioga", fotografado por Branca
Tirollo.

Os arquivos se encontram em poder da Editora, cujo lançamento está previsto
para o dia dezoito de Dezembro de dois mil e oito.

Com o resultado satisfatório deste projeto, Branca Tirollo e o Imortal
Donato Ramos, jornalista, residente em Florianópolis, Estado de Santa
Catarina, fundaram uma Academia de Letras – virtual. O site, construído por
Branca Tirollo, tem como função, a publicação de livros da grande massa de
autores espalhados por todo o País, incentivando também, jovens escritores.
Todo o trabalho é realizado em conjunto: Responsáveis pelo Site, Autores e
Editora. www.academiadeletrasbr.com

Branca Tirollo deteve pra si própria, a curiosidade, em aprender.

Buscar conhecimento pelos caminhos quase impossíveis, é a sua tarefa,
imposto por sua determinação.

Dois Projetos de sua autoria constam no site da Academia de Letras do
Brasil.

Projeto "Arte é Vida" e Projeto "Pinte" ambos relacionados a assuntos
polêmicos da época atual, na tentativa sem limitação, a esta busca
incansável pela Paz.

Mãe de cinco filhos, entre eles, uma filha falecida, avó de quatro jovens.

Branca é divorciada de dois casamentos, cuja convivência lhe trouxera muitas
experiências. Hoje, é casada com o Palco, sua grande paixão. Adotou uma
filosofia de vida, onde a liberdade de expressão está acima de qualquer
tributo.

 


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arteslimao@gmail.com
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