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PASSEIO CULTURAL PELO GLOBO TERRESTRE
Autores
Mário Carabajal
Robles Máximo
Uma
viagem em torno do mundo, saindo de Boa Vista no Estado de Roraima.
Neste passeio cultural, conhecemos particularidades e potencialidades
de cada um dos Estados brasileiros e países por onde passamos. Nosso
passeio Cultural pelo Globo Terrestre é organizado pelo escritor
Mário Carabajal. Enquanto dentro do Brasil, o texto e pesquisa é
assinado por esse mesmo escritor. Ganha porém, complexidade
na rota internacional, na narrativa em espanhol, por Robles Máximo,
com tradução e atualização por Mário Carabajal..
Este
livro compõe, tanto para turistas, estudantes, professores e pesquisadores, uma
fonte bastante simplificada de cultura geral, atualizada, em uma linguagem
dinâmica narrativa, proporcionando àqueles que nos acompanham, através da
leitura, a oportunidade de, cultural e literariamente, conhecerem o mundo,
ou melhor, obterem um número significativo de informações sobre diversos
países, passando, após lerem nossa pesquisa, a um "status"
culturalmente natural superior àqueles que não tenham tido este privilégio.
Coloco desta forma, aparentemente "vaidosa" a importância deste
material, por haver sido pesquisada a partir da experiência e vivência real e
concreta, da parte internacional, pelo
Ph.I Miguel Máximo Angel Robles Tejada, de 79 anos. Nossa pesquisa
deteve-se em ouvir seu español, suas "histórias" e montar esta
maravilha que hoje dividimos com cada um de vocês. Com a finalidade de oferecer
ao leitores um material atualizado, lançamos mão da edição “Mundo
2001/Abril”, de onde acrescemos, ao longo da narrativa do itinerário
internacional memorial de Máximo, inserções, permitindo aos pesquisadores,
professores, estudantes ou mesmo turistas, dados atuais e precisos. Robles
Máximo foi pracinha no Canal de Suez; esteve nos bancos das mais renomadas
universidades em todo o mundo. Sua narrativa memorial experimental, ultrapassa
em muito este pequeno livro, mas sem dúvidas, àqueles que o lerem, poderão
ter uma leve idéia do ser e experiência de quem, para nosso privilégio,
conhecemos e convivemos por algum tempo; Miguel Máximo Angel Robles Tejada, a
quem consideramos como a maior personalidade cultural e intelectual da
Venezuela, com quase um século de existência, nascido em 1919, pouco ou quase
nada reconhecido em seu próprio país, todavia, em seus projetos e buscas,
movimentou Presidentes, Reis, Sultões, Princesas, Primeiros Ministros e
personalidades do mundo inteiro.
Aqui,
um passeio pelos olhos e lembranças deste imortal pesquisador, em nosso ver,
merecedor de vários Prêmios Nobel, entre eles, "Da Paz" ; "Das
Ciências"; “De Ecologia” e mesmo em “Astrofísica”. Apontado pelo
Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil, em 2000, para o Prêmio
Nobel de Ecologia, devido ao seu grande projeto de “reordenamento ecológico
mundial” envolvendo as maiores bacias hidrográficas do planeta.
Na
leitura deste livro, geografia, antropologia, política, história, filosofia,
agricultura, estatística, e economia, dentre todos os demais ramos científicos
mundiais, são aspectos ampla e intrinsecamente contidos.
RORAIMA/BRASIL
Como ponto de saída escolhemos a
cidade de Boa Vista, no extremo norte do Brasil. Capital do Estado de Roraima,
com pouco mais de trezentos mil habitantes, com um universo eleitoral inferior a
duzentos mil eleitores. Roraima tem como base de sustentação econômica, ainda
em 2001, os recursos da União. Cidade com cem anos, todavia, pela condição de
Roraima como Território Federal, passando
à condição de Estado com pouco menos de dez anos da data de publicação
deste livro.
Em 1983, Carlos
Reinaldo C. Lopes, faz a viagem por terra, em um automóvel SP2, entre os pontos
extremos do Brasil; Chuí no Rio Grande do Sul e Monte Caburaí, na serra do
Pacaraima ao norte em Roraima, na nascente do rio Ailã, marco de fronteira do
Brasil/Roraima, com a Guiana e Venezuela, dando sustentação científica à
proposição de 1958 de Robles Máximo, que passa a substituir o famoso “do
Iapoque ao Chuí”. Na atualidade, centenas
de novas comprovações somam a teoria robleniana, cientificamente
comprovada pelo paraquedista gaúcho Carlos Reinaldo C. Lopes.
As potencialidades de
Roraima são muitas. Por pesquisas, constatamos ser este Estado, o mais rico do
país. Isto, pelos fortes potenciais minerais como: ouro, diamante, cassiterita
entre outros. Um dado curioso deste promissor Estado ocorreu quando do governo
do Presidente Collor, quando recebeu propostas do governo japonês para liquidar
a dívida externa brasileira em troca da exploração, por vinte anos, de minérios,
de uma porção de vinte por cento
de Roraima. O que não foi aceito, preferindo o então Presidente, atender as
pressões do Senado americano, fechando os garimpos. Nesta época, o mercado
americano, sua Bolsa de Valores, sofreu grandes quedas ocasionadas pela exploração,
por apenas seis meses, destes garimpos.
Muitos foram os prejuízos
refletidos em perdas de maquinários e investimentos quando, subitamente, estes
trabalhadores viram sendo dinamitadas as pistas de pouso para pequenos aviões.
Um outro forte
potencial ainda não explorado também em Roraima, são os lavrados. Tivéssemos
subsídios tanto para a criação de pastagens, utilizando-se a grama “bermudas”
resistentes as temperaturas altas do norte do Brasil, com conseqüente criação
de búfalos, raça também resistente a temperaturas elevadas, teríamos, em um
curto espaço de tempo, um dos maiores rebanhos bovinos do país.
A mandioca gigante, da
região do Apiaú, no Estado de Roraima, segundo
Robles Máximo, pode produzir até 300 litros de álcool em uma tonelada de
matéria prima. Enquanto que a cana, segundo especialista Wilson Mota
Figueiredo, diretor em 1994 da Usina de beneficiamento de álcool “Abran
Lincoln”, única da Região Norte, situada no município de Medicilândia no
Pará, produz 80 litros de álcool em uma tonelada de matéria prima. Pelas
recentes assinaturas de
acordos internacionais, em se misturar álcool a gasolina, objetivando-se
diminuir o lançamento de gases poluentes com efeitos danosos ao meio ambiente e
elevação da temperatura do planeta, Roraima tem, nesta perspectiva
cientificamente levantada por Robles Máximo, a possibilidade de participar
ativamente do mercado internacional de combustíveis, bem como, otimizar nossos
lavrados. Isto, de forma integrada aos últimos apelos de evolução com
preservação do meio ambiente, deixado-nos pelo Ph.I – Philósofo Imortal
Robles Máximo.
Essa mesma região
supra, Apiaú, recebeu em 1980, cento e sessenta famílias gaúchas de
agricultores, lideradas por Sivirino Pauli. Essas famílias,
foram conduzidas em avião especialmente fretado pelo então governador
Amaral de Souza, do Estado do Rio Grande do Sul. Na atualidade, 2001, segundo
matéria publicada na edição de fevereiro
da revista Perspectiva Amazônica, do grupo Folha de Boa Vista,
produtores daquela região, se organizam em um novo modelo de exploração
ambiental, com bases sustentáveis. O Apiaú, tem como administrador, Flori Gonçalves,
um dos participantes, ao lado de Landico Vilanova e Romeu Ferst, sob a orientação
geral de Sivirino Pauli, da
iniciativa de 1980, quando, com sucesso, colonos sem terras da região de Cruz
Alta, no RS, foram assentados em terras roraimenses, atendendo a acordos entre
Estados extremos. Era governador em Roraima, Ottomar Pinto e no
Rio Grande do Sul, Amaral de Souza. .
Robles Máximo, em sua
pesquisas concluíra que tanto o “kenaf” quanto a madeira de lei “kiri”
(àquela utilizada nas carrocerias das Toyotas) são boas opções de
investimentos a ser incentivado pelo governo de Roraima.
O potencial turístico
não é menos privilegiado, as montanhas, rios, matas e igarapés, formam um
imenso cartão postal, faltando apenas investimentos de subsídios dos governos
no sentido de atrair investidores para a construção de hotéis e projetos ecológicos.
Segundo Robles, necessitamos de um governo que invista sem receio no potencial
turístico roraimense. Subsídios a produções de filmes, aproveitando-se os
cenários naturais, podem retornar em afluxo turístico, o que representa
divisas econômicas.
Notas:
Os prefeitos Tereza Jucá e Ottomar de Souza Pinto, dão requinte ao turismo da
capital de Roraima – Boa Vista. A primeira, entre 1992 e 1996 - pela criação
do Complexo Airton Senna, dando lugar ao esporte e lazer sócio desportista e o
segundo, - entre 1996 e 2000, pela
criação da Praça das Águas. Esta, também voltada ao lazer sócio
comunitário. Ambas as obras, concentram as
populações que buscam descontração em todos os finais de tarde. Ottomar,
deixa mais duas grandes marcas como prefeito, o Portal do Milênio, que já foi
motivo inclusive de um romance onde figurava como um “Portal do Tempo” com
possibilidade de chegar ao cinema – e o primeiro viaduto do Estado de Roraima.
Ottomar, quando governador, entre
1990 e 1994, conseguiu o ineditismo no campo social ao construir em quase a
totalidade dos bairros de Boa Vista, piscinas públicas, com excelente
acabamento, com “mini-piscinas/parques” infantis, oferecendo à população
carente, desde o exame médico às vestes de banho. Teresa Jucá, em janeiro de
2001, imediatamente ao assumir a prefeitura, já demonstra dinamismo e
disposição ímpar. Em toda a cidade de Boa Vista, bairro a bairro, quadra a
quadra, casa a casa, as equipes de limpeza da prefeitura fazem-se presentes,
capinando, retirando entulhos, pintando meio-fio (...).
Culturalmente, na
literatura, Roraima conta com a Academia Roraimense de Letras, fundada em 1989,
pelo Ph. D. Mário Linário Leal, paranaense, com um longa carreira no direito
internacional. Com diversos livros publicados, no Brasil e exterior, Linário
Leal, torna-se mundialmente conhecido com o livro “O Planeta Terra
Transportado” um misto de ficção e realidade que encontra-se em
negociações
para a roteirização para o cinema. Faleceu na década de noventa. O
escritor Dorval de Magalhães, com diversos livros publicados, com circulação
nacional, como “Este Mundo Está Doente” e “Roraima – Informações
Históricas”, é homenageado e empossado membro de diversas Academias de
Letras em todo o Brasil, como a Academia Paulistana de Letras e Academia
Uruguaianense de Letras, esta última, do Rio Grande do Sul. Dorval, assume a
presidência da Academia Roraimense de Letras. Ainda em 2001, o escritor Dorval
de Magalhães é mantido a frente da maior instituição cultural de Roraima,
responsável pela difusão do Estado no Brasil e em todo o mundo. Na década de
90, o Escritor Adair Santos, é convidado a participar da Feira Internacional de
Livros, ocorrido todo o ano, na cidade de “Frankfurt” na Alemanha. Diversos
membros, têm suas obras projetadas mundialmente, tanto em livros, lidos em
universidades, e em tantas e infinitas frentes de pesquisas e situações, ou
mesmo em seus Sites através da internet.
Em 2001, Roraima
adianta-se aos demais estados brasileiros e cria a ACADEMIA DE LETRAS do Brasil,
acolhendo um escritor de cada município brasileiro, dando início, ao maior
movimento de fomento a cultura literária e científica de toda a história do
Brasil. Através dos primeiros membros fundadores, um em cada município, é
previsto o surgimento das academias municipais, e destas, mais tarde, as
academias escolares de letras. Neste mesmo ano, a Academia de Letras do Brasil
fomenta o surgimento da “literoterapia ou literatura clínica” e lança para
o mundo cultural e científico nacional e internacional, as bases à defesa de
teses em nível de doutorado em Ph.I – Philosofia Imortal, contemplando
pensadores, com teses voltadas para os sublimes ideais de necessidade máxima
sócio-existencial. Dentro do Site da ALB, encontramos, muitas respostas à
perguntas existenciais humanas, como a origem do pensamento e estágios de
evolução psicomaturacional da consciência humana, entre uma infinidade de
informações científicas e culturais.
Na música, todos os
anos, surgem novos valores, propiciados pelo FEMUR, - Festival de Música de
Roraima. Joemir Guimarães, é a maior expressão musical deste Estado, tendo
suas músicas, circulação nacional, meio aos mais exigentes disquei-jóqueis
do país. Também, o cantor e compositor Dagmar Ramalho, bem representa a boa
composição roraimense. Com inspiração pura e natural, longe de drogas e estímulos
químicos à fluidificação de suas veias poéticas e de canto.
Na fotografia, Platão
Arantes; Rucker Vieira; Nelson e
Alfredo Maia, dividem os melhores clics artísticos, postais, jornalísticos e
sociais.
Nas Artes Plásticas,
encontramos o fenômeno Anísio Fernandes, ao lado de Zoodeon, com as telas mais
cobiçadas e disputadas por suas assinaturas, expressões
e talento. Destacam-se também as escritoras e artistas plásticas; Maria
Augusta e Maria Luíza.
Na escultura, desponta
só, sem concorrência, o também escritor, Afonso Rodrigues.
A culinária
roraimense se faz a base de peixe. Roraima é o Estado menos populoso do Brasil.
Em dois mil, a população é prevista em 300 mil habitantes. Ainda, são
acusados casos de malária e febre amarela neste Estado.
O Monte Roraima, com
2.739,3 metros, na serra do Pacaraima, é cenário inigualável para roteiros
cinematográficos, reportagens e turismo. Somente este Monte, atrai para
Roraima, parte do turismo nacional e internacional. Contribui significativamente
para o turismo, a “Pedra Pintada” – sítio arqueológico de roteiro
internacional. Como o maior atrativo ao turismo, encontramos os cavalos
selvagens, nunca tocados pelo homem. Contribuiu muito na difusão ao turismo
roraimense, o escritor europeu, Frei Gaspar de Carvajal, difundindo em seu
diário de “Descobrimento do Rio Amazonas” de 1542, quando acompanhando as
expedições do desbravador Orellana. Nesse diário, constam famosas lendas,
como a
das “Mulheres Amazonas”, nuas, montadas em cavalos selvagens, e do
“El Dorado”, com cunhos em elementos historicamente concretos, reunidos mais
tarde pelo escritor e pesquisador chileno Roland Stevenson, em “Uma Luz nos
Mistérios Amazônicos – A Light On The Amazonian Mysteries” – o que nos
leva a crer, não tratarem-se de lendas, mas de relatos reais vividos e
testemunhados por Frei Gaspar de Carvajal. As pesquisas de Stevenson,
renderam-lhe o V Prêmio Suframa de
História/1988 – com patrocínio editorial pela SUFRAMA – Superintendência
da Zona Franca de Manaus. Entre os expedicionários que acompanharam as
pesquisas de Stevenson, encontrava-se, o Presidente em 2001 do Instituto
Geográfico e Histórico de Roraima, Escritor e Pesquisador Amazonas Brasil, e
o Deputado Federal por Roraima, Salomão Cruz.
De Roraima passamos
para o Estado do Amazonas, percorrendo por terra, aproximadamente, 700 km na BR.
174. Estrada totalmente asfaltada. Entre o Estado de Roraima e o do Amazonas,
passamos pela mundialmente comentada “Reserva dos Índios Ianomamis”.
Também, pelo “Marco do Equador” – linha imaginária que divide o mundo em
dois hemisférios, - Norte e Sul.
O responsável principal, executor da BR. 174, foi o Governador
roraimense Neudo Ribeiro Campos, responsável também, pelo contrato bi-lateral
Brasil/Venezuela, à canalização ao Estado, com a Energia de Guri venezuelana,
de onde, até o final de 2001, ano em curso,
é esperado o fim dos racionamentos constantes de energia. O Estado de
Roraima limita-se ao norte, com os países: Venezuela e Guiana Inglesa, e ao
sul, com o estado brasileiro, Amazonas.
No ano de 1997, a
Academia Roraimense de Letras lança sob o título “Cultura Ativa” a
campanha “Mais $ Recursos para os Municípios do Interior” – trazendo a
Roraima, o Dr. Imar Araújo, diretor de planejamento da SUFRAMA –
Superintendência da Zona Franca de Manaus, o que resultou, nos anos seguintes,
em investimentos na ordem de 240 milhões de reais, divididos entre os
municípios interioranos, não só de Roraima, como dos demais estados que
compões a região Norte.
AMAZONAS/BRASIL
Ao chegarmos na capital do Estado do Amazonas, deparamo-nos com o monumental
Teatro Amazonas, com a famosa Zona Franca de Manaus e as mundialmente conhecidas
facções de alegria traduzidas em
música e dança dos “Bois” Garantido e Caprichoso ganhando muito impulso em
83/86 quando era Prefeito de Parintins “Gláucio Gonçalves, tendo como seu
vice o executivo e comunicador, competente
e entusiasta EDUARDO COSTA, dando os últimos e decisivos retoques ao lado do
maior embaixador do folclore parintinense, o próprio Governador Amazonino
Mendes. Esses grupos nos diz o próprio Ex-Vice-Prefeito e Prefeito EDUARDO
COSTA, (...)de música e dança, Garantido e Caprichoso, têm conquistado o
turismo internacional, bem como, a simpatia mundial. O festival folclórico de
Parintins “decolou” entre 1993 e 1986. O visionário Governador do Estado do
Amazônas, Amazonino Mendes, verificando
que a festa folclórica ganhava projeção nacional, construiu o “bumbódromo”
com capacidade para 35 mil pessoas sentadas. A partir desse momento, através do
seu maior relações públicas, o próprio Governador,
atraiu o interesse da Coca-Cola, para assumir o controle da mídia
nacional e internacional. A Coca-Cola, passou
a patrocinar com direito de exploração de propaganda na arena do bumbódromo,
onde se desenrolam as toadas, com evoluções dos bumbas, envolvendo até seis
mil pessoas para cada agremiação folclórica.. Uma curiosidade: - a Coca-Cola
usa em sua marca, padronizada internacionalmente, a cor vermelha (...) Continua
EDUARDO COSTA (...) os representantes do boi Caprichoso exigiram o uso da cor
azul. Só aceitariam a assinatura do contrato, se do lado do Caprichoso, a
Coca-Cola aparecesse na cor azul. Isto rendeu muita discussão dentro e fora do
país. Pois, pela primeira vez, na história dessa indústria o azul ganha a
marca. A Coca-Cola cedeu, enfrentando problemas sérios com a administração
mundial. Tudo isto, elevou, o “Festival Folclórico de Parintins” a
igualdade com o carnaval carioca, considerando
as duas maiores festas folclóricas do mundo. A terceira maior festa folclórica
mundial, nos diz EDUARDO COSTA, encontra-se na China. O contrato com a
Coca-Cola, foi assinado por volta
de 1986.
No Rio de Janeiro, as
escolas desfilam ao longo da avenida Marquês de Sapucaí e se
dispersam na apoteose. Elas, utilizam
um só samba enredo e uma hora e vinte minutos no desfile. Já no
festival folclórico de Parintins, são dezesseis toadas, sendo que cada toada
representa um espetáculo a parte e ocupam o tempo de três horas para os seus desfiles. As noitadas de 28, 29 e 30 de junho, são dedicadas aos espetáculos
que os bumbas, Garantido e Caprichoso, apresentam para o público turístico.
Detalhes do
Festival:
- cada noitada é um espetáculo diferente, nada é repetitivo. Esta é a grande
diferença do “Festival Folclórico de Parintins” para o “Carnaval Carioca”.
-tem toadas de rituais
sagrados, outras que expressam a dança indígena, a vaqueirada, amo do boi, a
da cunhã-poranga (a mais bela mulher da tribo) e outras. Enquanto isso, a arena
vai enchendo dos brincantes... dentro em pouco, registra-se até 6 mil pessoas
na arena. À medida em que vai aumentando o número de participantes, a emoção
vai tomando conta do povo. Os efeitos visuais utilizados pelos bumbas são
coisas de cinema. É indescritível(...) finaliza EDUARDO COSTA. O carnavalesco
Joãozinho Trinta, uma das maiores expressões do carnaval do Rio de Janeiro,
afirmou categoricamente:
“não
existe espetáculo mais emocionante, empolgante e maravilhoso do que o festival
folclórico de Parintins. Aqui é que eu vim aprender mais. Uma festa que
envolve o povo, uma festa fascinante”.
Já o mega empresário
Bill Gates disse ser a festa mais surpreendente que ele já vira no Planeta.
Bill Gates, patrocinou o espetáculo folclórico, apresentado
pelos dois bumbas, Caprichoso e Garantido para mil convidados especiais
que viajavam no seu transatlântico particular, e que encontrava-se em visita à
Amazônia. Bill Gates ficou fascinado com a festa. EDUARDO COSTA, em sua época
de comunicador, chegou a apresentar o boi Garantido, em 1981,82 e 83 junto com o
Paulinho Farias, apresentador oficial. Arlindo Júnior apresenta o boi
Caprichoso. O artista plástico André Ferreira, durante o tempo que esteve
envolvido com o boi garantido, em 1997, 98 e 99, realizou o trabalho de
confecção de “Tuxauas de Luxo”, conquistando o título de campeão do festival
folclórico. André Ferreira, lembra-nos os grandes artistas de Hollyood. Em uma
só noite o festival já recebeu 45 embaixadores e vários artistas de fama
mundial.
Enquanto o Brasil
exporta alegria e felicidade para o mundo, vemos outros países, infelizmente,
fomentando discórdias, resultando em milhares de mortes.
“...guerrilhas,
seqüestros e terrorismos, o que resulta em perdas de vidas que muito bem
poderiam estar à serviço da Humanidade, com obras que dignificassem o ser
humano, que é a obra prima de Deus...” completa Eduardo Costa.
O Amazonas é o mais
extenso estado do Brasil, e abriga a maior
bacia hidrográfica do Planeta – o Rio Amazonas. Além de situar-se, em seus
limites, a segunda maior floresta do planeta – a Floresta Amazônica. Vinte
por cento das espécies que compõem a flora e fauna mundial, encontram-se na
Amazônia brasileira. Sua capital Manaus
com mais de dois milhões de habitantes no ano dois mil, e municípios do
interior, contam com uma alavanca econômica de desenvolvimento de indústrias e
montadoras incentivadas e financiadas pela SUFRAMA - Superintendência da Zona
Franca de Manaus. Em dois mil, através de medida provisória 2.052 o Governo
Federal, acertadamente, criou dispositivos preventivos e impeditivos à
biopirataria, o que deverá reverter em divisas biotecnológicas em curto
espaço de tempo ao Brasil. 60 mil, das 260 mil espécies de plantas
cientificamente catalogadas no mundo, também encontram-se no Estado do
Amazonas.
Em 1996, o Presidente
pró-tempori do Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil e
Vice-Presidente da Academia Roraimense de Letras, fez, em Brasília, um amplo
trabalho de divulgação junto ao Governo Executivo Federal
e Congresso Nacional, onde foi oferecido ao então Presidente do Senado,
José Sarney, em livro síntese de
propostas, o ante-projeto onde evidenciava-se necessidades à canalização das
biotecnologias amazônicas, maximizando-se
os potenciais naturais da região. A proposta
inicial, previa a criação de um Centro Nacional de Pesquisas Bio Amazônicas.
Nele, receberíamos pesquisadores de todas as universidades públicas do país,
passando a exportar em curtíssimo espaço de tempo, biotecnologias.
Como resultado, em 1997, o Governo Federal deu início ao programa CBA
pelo “Probem” com modificações significativas, viabilizando a afetiva
operacionalização sustentável de ações. O que passa a agregar valor à
diversidade biológica da região amazônica, transformando-a em produtos para o
mercado por meio da exploração econômica sustentável, para evitar que as
pesquisas sejam feitas no exterior.
As ações do “Probem”
são executadas com o auxílio da Associação Brasileira para o Uso
Sustentável da Amazônia (Bio Amazônia), uma organização social de direito
privado, composta de 40% de membros do governo e 60% de representantes da
sociedade. A SUFRAMA, Superintendência da Zona Franca de Manaus, financia
economicamente o projeto. Entre suas tarefas principais, segundo a redação do
Almanaque Abril 2001, estão a implementação e a administração dos
laboratórios, a articulação da rede de biotecnologia, a captação de
recursos para a biodiversidade e o trabalho com a questão da propriedade
intelectual. Em nossa proposta inicial, ante projeto, apontávamos para os
resultados e avanços em produtos farmacológicos, energéticos e alimentares. A
intenção, é transformar o CBA, em um centro de excelência e referência
mundial nessa área. Além de estabelecer contratos com as indústrias
farmacêuticas internacionais, para a pesquisa de princípios ativos de novos
fármacos. Aproximadamente 120 produtos da medicina alopática, de origem
brasileira, já têm conquistado mercados internacionais. Imagine-se quando
estivermos com nossos pesquisadores, representantes de todas as universidades
brasileiras em meio a floresta amazônica, pesquisando, produzindo riquezas em
divisas biotecnologicamente avançadas. Atualmente, o mercado de fármacos gera
350 bilhões de dólares no mundo e 11 bilhões só no Brasil. A previsão, é
que ainda em 2001, com 60 milhões de dólares de orçamento, já encontre-se
implementado o projeto.
O estado brasileiro do
Amazonas, limita-se:
Norte: com os estados
brasileiros: Amazonas e Amapá. Faz fronteira com os países: Venezuela (língua
espanhola); Guiana Inglesa (língua inglesa); Suriname(língua inglesa); Guiana
Francesa (língua francesa).
Oeste: com o estado
brasileiro: Acre, e o país: Colômbia (língua espanhola).
Leste: com o estado brasileiro: Pará.
Sul: com os estados
brasileiros: Rondônia e Mato Grosso.
PARÁ/BRASIL
Deixamos assim, o estado brasileiro do Amazonas em direção Leste, entrando no
estado brasileiro do Pará. Sua capital é Belém. A maior referência humana
que passou por este estado, como político, e foi prefeito de Belém,
que temos conhecimento, foi o escritor e sociólogo Carlos Lucas de
Souza, falecido aos 93 anos no Rio de Janeiro, em 1995, autor do livro “O
Raiar de Um Novo Mundo” – Este ex-prefeito e imortal escritor, Carlos Lucas
de Souza, é o Patrono do Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil.
Para o nosso privilégio, o conhecemos em 1993, quando a trabalho,
encontrávamos em Brasília. Seu filho, Henrique Arthur de Souza, é o atual
Presidente Mundial da ONG Planeta Verde; - organização internacional com
finalidades humanas sócio-evolucionistas. Em 1996, Henrique Arthur de Souza,
lança para o mundo no Hospital Maternal da L5 em Brasília, a campanha “Muda
Planeta” onde durante todo um dia, com a presença de representantes de
Embaixadas, Secretários de Estado, representantes dos Poderes Executivo,
Legislativo e Judiciário, eram entregues aos pais de crianças recém nascidas,
uma muda de árvore frutífera, acompanhado de um registro especial de
nascimento, onde, além dos dados do bebê, a ONG – Planeta Verde solicitava,
o plantio e manutenção da muda, em homenagem a chegada do novo ser. Esta
campanha, continua e propaga-se por diversos municípios em todo o Brasil e
mundo. Já está se tornando tradição no seio de muitas famílias. Nós,
aplaudimos e fomentamos tal iniciativa, por representar um belo caminho de
futuro para a humanidade, necessitando ser seguida e difundida cada vez mais.
Henrique Artur de Souza, segue os passos do inigualável escritor Carlos Lucas
de Souza, seu pai, participando ativamente das mudanças axiológicas à que
necessitam a humanidade. Belém é uma cidade moderna, ampla, foi fundada em
1616. Na atualidade, em dois mil, segundo o IBGE, contava com uma população de
um milhão e duzentos mil habitantes. Quem nasce na cidade de Belém, capital do
estado brasileiro do Pará, chama-se “belenense” – em relação ao estado,
é chamado “paraense”. Em relação a região, é chamado “nortista”. O
Pará, é o segundo maior estado brasileiro em extensão territorial. Em 1999,
segundo estatísticas do Ministério da Agricultura, com uma produção de 22
mil toneladas de abacaxi, a castanha do Pará e a borracha, passaram para o
terceiro e quarto lugar em importância econômica no Estado. Com esta
produção de abacaxi, 233 milhões de frutos, o Pará passa a ser o segundo
estado brasileiro na produção desse fruto, perdendo somente para o estado de
Minas Gerais. O estado brasileiro do Pará, foi colonizado por portugueses,
predominando a religião católica. A devoção e fé em Nossa Senhora de
Nazaré e Padre Cícero, reúnem, todos os anos, milhares de fiéis em
procissões.
O Pará é um dos
estados mais ricos, ao lado de Roraima, em concentração de minérios. 80% da
bauxita nacional, sai das reservas paraenses. Da mesma forma, 77%
do cobre, 43% do caulim, 36% do manganês e 15% do ouro nacional. O
estado brasileiro de Roraima conta com esses mesmos potenciais, todavia, não
explorados.
A Região Norte, onde
encontra-se o estado brasileiro do Pará, ocupa a maior extensão territorial do
Brasil. São sete os Estados que formam a Região Norte do Brasil:
-
estado do Amazonas ao centro, com Roraima
e Amapá ao norte,
Pará a leste, Acre a oeste,
e Rondônia ao sul. Dentro da região Norte, o estado do
Amazonas, só não faz divisa com o estado do Tocantins, este, encontra-se a
oeste do Acre.
É de vital importância
ao desenvolvimento de toda a região norte, a estrada de ligação Transamazônica
e também, a estrada Cuiabá-Santarém. Nos períodos de chuvas, é comum, estas
estradas ficam por alguns dias intransitáveis, dificultando em muito a escoação
de produções agrícolas e extrações minerais.
MATO GROSSO/BRASIL
Deixamos o estado do Pará, seguindo em direção sul, onde encontramos o estado
brasileiro de Mato Grosso, com capital na moderna, ampla, limpa, hospitaleira e
aconchegante cidade de Cuiabá, com meio milhão de habitantes. O estado
brasileiro do Mato Grosso, apresenta-se em três ecossistemas bem definidos,
estudados mundialmente; - o “pantanal” ocupando dez por cento do estado,
devido a planície pantaneira, sempre inundada pelo rio Paraguai e afluentes; -
o cerrado, com 600 m acima do mar, ocupa
quarenta por cento, e; - a “floresta amazônica”, ocupando cinqüenta por
cento do estado de Mato Grosso. A floresta amazônica, abriga um incontável
número de espécies vegetais, muitas já catalogadas cientificamente, contudo,
milhares encontram-se em expectativas de novas descobertas, tanto à produção
farmacológica, quanto alimentar e energética. A fauna, encontra-se entre as
duas mais variadas e ricas do planeta, sendo a primeira, a africana. Neste
estado, encontramos o famoso Parque Nacional do Xingu, diversas tribos
indígenas e
também o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.
O estado brasileiro do
Mato Grosso, é recordista nacional na produção de algodão, isto se deve, aos
incentivos estaduais ao seu cultivo. O soja também encontra em Mato Grosso, os
maiores recordes de produção nacional.
A floresta amazônica,
estende-se por toda a Região Norte do Brasil e parte da Região Centro Oeste.
Esta, compreendida pelos estados brasileiros: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul;
Goiás. A floresta amazônica, abrange, além do Brasil, os países: -
Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana Inglesa, Suriname e Guiana
Francesa. Todos, contextualizados, na América do Sul.
O Mato Grosso, em
2000, contava com 138 municípios. Na região sul do estado, forte são os
costumes e cultura vinda do sul do país.
O estado do Mato
Grosso, limita-se:
Norte:
Com os estados brasileiros; Amazonas e Pará.
Oeste:
Com o estado
brasileiro de Rondônia e faz fronteira com o país de língua espanhola: Bolívia.
Leste:
Com os estados brasileiros: Tocantins e Goiás.
Sul: com o estado
brasileiro de Mato Grosso do Sul.
Circulou no jornal
Folha de Boa Vista, de 16 de março de 2001, do Estado de Roraima, a notícia de
que o plenário do Senado brasileiro, aprovou na quinta-feira, 15 de março de
2001, a proposta de autoria do Senador por Roraima, Mozarildo Cavalcanti, para a
realização de um plebiscito para a criação do Estado do Araguaia. O
plebiscito deve ocorrer em 2002, onde é previsto a formação desse novo
estado, com 52 municípios dos 138 existentes. Este projeto deverá passar pelo
crivo da Câmara Federal para, se aprovado, seguir para o Tribunal Regional
Eleitoral de Mato Grosso para fixação e consecução do plebiscito. O
governador do Mato Grosso em 2001, Dante de Oliveira, é contrário a idéia do
Senador roraimense e faz campanha junto a bancada matogrossense para que o
projeto não passe na Câmara dos Deputados.
GOIÁS/BRASIL
Deixamos o estado de Mato Grosso em direção leste, chegando ao estado onde
encontra-se a sede política
brasileira – Estado brasileiro de Goiás. Sua capital é Goiânia, cidade com
forte mocidade ativa, vida noturna acentuada, grande concentração de
veículos, população com cultura geral média elevada. Os paulistas foram os
principais colonizadores do Estado de Goiás. A ocupação teve início no
século XVII. Os desbravadores paulistas buscavam por riquezas minerais. Na
atualidade, anualmente, a cidade de Caldas Novas, devido as fontes de águas
térmicas, atrai ao estado de Goiás, mais de um milhão de turistas.
Encontramos como forte atrativo de turismo, o Distrito Espeleológico de São
Domingos, onde são encontradas as maiores extensões em conjuntos de cavernas
da América do Sul, a exemplo do conjunto de cavernas de São Mateus, com mais
de vinte mil metros de extensão. São muitas as atrações naturais ao turismo
em Goiás; - o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, abriga cânions,
saltos, cachoeiras e grandes vales. Excelente à tomadas para filmes, clips,
fotos; jornalísticas e turísticas.
Goiás conta com a
quarta maior área cultivada com soja no Brasil e destaca-se no cenário
nacional, com a maior produção de girassóis do país. Nas estatísticas do
Ministério da Agricultura, aparece em 1999, como o segundo maior produtor de
algodão em pluma e é líder na produção nacional de grãos.
Goiás em 1988 é
dividido em sua região norte, dando lugar ao novo estado do Tocantins.
No estado de Goiás,
encontra-se o Distrito Federal – cidade de Brasília, sede do Governo Federal do Brasil. Com relevo plano,
dividido em dezenove regiões administrativas, conta com o Palácio do Planalto,
sede do Governo Federal, e Palácio da Alvorada, residência oficial do
Presidente da República, além de todos os Ministérios da República, Supremo
Tribunal Federal, Supremo Tribunal de Justiça. Abriga ainda, cento e oito
Embaixadas de países que mantém relações diplomáticas com o Brasil.
Brasília, fundada em homenagem a Tiradentes, em 21 de abril de 1960,
construída pelas mãos de trinta mil operários, em quarenta e um meses,
durante o governo de Juscelino Kubtschek, foi a única cidade construída no
século XX, em todo o mundo, com o fim específico de tornar-se capital federal
de um país – o que resultou-lhe o tombamento pela UNESCO como patrimônio
cultural da humanidade, devido ao seu valor arquitetônico. A engenharia
arquitetônica de Brasília foi de Oscar Niemeyer e a engenharia urbanística,
de Lúcio Costa.
Pouco é difundida a
origem de Brasília, e os objetivos de levar desenvolvimento para o centro do país,
podendo os governantes, assistirem a todas as regiões de forma a não
privilegiar a nenhuma em detrimento da sede. Uma forma também encontrada para
evitar a disputa interna pela capital federal. Estratégia essa, capaz de manter
a unidade em um país de tamanho continental como o Brasil, sem disputas e
conflitos internos, o que resultaria em divisões e independências dos estados,
criando-se novos países, por
ideais de autonomia e igualdade. Seu idealizador e defensor, de visão futurística,
pensador e escritor José Bonifácio, imediatamente após a independência do
Brasil, defendeu brilhantemente estas idéias
junto a Assembléia Constituinte, sendo incorporada pela constituição
republicana de 1891. Em 1892, o geógrafo belga Luís Cruls, chefiando expedição
exploradora ao planalto central do Brasil, definiu onde seria a sede da república.
63 anos depois, em 1954, foi delimitada a área em que se efetivaria a
construção de Brasília. Local este, dentro da demarcação Cruls de 1892,
passando a ser conhecido, como
retângulo Cruls.
BAHIA/BRASIL
O correto para darmos a volta ao mundo, seria, desse ponto, continuarmos em
direção sul, entrando, ou no estado brasileiro de Mato Grosso do Sul, ou
atravessando uma pontinha do estado brasileiro de Minas
Gerais que nos separa do estado brasileiro de São Paulo. Todavia, já que a
proposta não é tão somente dar uma volta ao mundo, mas sim, dar uma volta “cultural”
ao globo terrestre, vamos subir em direção ao nordeste,
e conhecermos um pouquinho do estado mais populoso daquela região, “Bahia”,
culturalmente forte e influente em todo o Brasil. O prato do acarajé, para os
baianos, é como o churrasco dos gaúchos, ou o peixe dos roraimenses. Um estado
eminentemente praiano, atrai milhares de turistas de todo o mundo anualmente por
possuir a maior faixa litorânea do Brasil, - é banhado pelo Oceano Atlântico.
O estado da Bahia, tem um “ventre”
artístico, parece dar a luz a cantores e compositores que ganham em simpatia,
ritmo e expressão, todo o povo brasileiro. Sua principal fonte econômica
sustenta-se no turismo, seguida da agricultura e mineração. Sua capital,
Salvador, foi a primeira capital do Brasil. Em 1549, Tomé de Sousa, primeiro
governador-geral brasileiro, construiu especialmente São Salvador, para sediar
a capital da então colônia portuguesa, perdendo esta condição, para o Rio de
Janeiro, já em 1763.
O estado brasileiro da
Bahia limita-se dentro da região Nordeste, com os estados de Sergipe, Alagoas,
Pernambuco e Piauí. Não limita-se
com os estados: Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Maranhão.
Curiosamente, a
região nordeste, tem taxas entre 20 e 30 por cento de analfabetismo. Dentro
desta região, os estados do Piauí, ao lado de Alagoas, batem os recordes em
analfabetismo no Brasil, com índices superiores a 30%. Contudo, o Piauí, está
entre os maiores produtores e beneficiadores de castanha-de-cajú do país.
Também, é responsável por divisas significativas externas, a partir da
exportação de limão e manga, alcançando com estes produtos os mercados
internacionais de países na
Europa e os Estados Unidos. Sua capital Teresina, situa-se as margens do
delta do rio Parnaíba, único a mar aberto nas Américas. Contudo, Teresina
não fica a beira-mar. É uma das mais belas capitais brasileiras, com dunas e
coqueirais Já o Estado de Alagoas,
é o maior produtor de cana-de-açúcar da região Nordeste e o segundo
no país. Com safra média anual em 20 t perde
somente para o estado do Paraná. Maceió, capital do estado alagoano, é
próspera no turismo, tem localização privilegiada na orla oceânica, recebe
turistas o ano inteiro, devido ao clima sempre elevado. Em Salvador, capital,
encontramos a “cidade velha” – Pelourinho, com ruas estreitas e
calçamentos antigos. Muito difundido através da série brasileira “Dona Flor
e seus dois maridos” – cenário natural onde se desenrolou as gravações. A
casa onde a “Dona Flor” residia no seriado, tornou-se ponto obrigatório
para fotos e filmagens turísticas quando em visita a Salvador.
Do ponto onde chegamos
na região Nordeste, não podemos deixar de darmos ao menos um pulinho até os
estados do Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.
Lembramos todavia, que já poderíamos haver avançado depois de estarmos
em Goiás ( na região Centro-Oeste) para São Paulo, após atravessar um
pequeno trecho em território mineiro. Optamos deliberadamente, por nossa
proposta de “passeio cultural” em visitarmos a região Nordeste. Aqui
chegando, ficamos encantados e maravilhados com tudo o que vimos. Nesse momento,
encontramo-nos no estado brasileiro do Piauí, em sua capital Teresina. Daqui,
vamos subir em direção norte, até a cidade de São Luiz, capital do estado
brasileiro do Maranhão.
Observem os amigos,
que este é um “passeio cultural” o que justifica a nossa trajetória,
senão, o correto para um passeio “in loco” deveríamos, da cidade de
Belém, capital do Pará, seguirmos para a cidade de São Luis, capital do
Maranhão, daí a cidade de Teresina ( onde nos encontramos nesse momento) e
daqui seguir para a cidade de Fortaleza, capital cearense, deixando esta capital
em direção a cidade de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte, para
imediatamente seguirmos em direção a capital do estado da Paraíba – cidade
de João Pessoa, seguindo pelo litoral passando pelas cidades de Olinda e Recife
já no estado de Pernambuco. Daí para a capital alagoana – Maceió, para só
então alcançarmos a capital baiana de Salvador.
Certamente a proposta
pode continuar como de passeio cultural enquanto dentro do Brasil. Todavia, ao
deixarmos o nosso país, mais
adiante, ingressando na Argentina, no extremo sul, com fronteira com o Rio
Grande do Sul, vamos seguir uma linha retilínea no tocante ao rigor turístico
de possibilidades reais em nosso “passeio cultural pelo globo terrestre”.
– lembrando que o roteiro internacional, é de autoria de Robles Máximo.
Nós, tão somente, traduzimos para o português e acrescemos algumas
“Notas” objetivando
oferecer mais informações aos brasileiros que nos privilegiem em seguir o
nosso roteiro de turismo internacional.
MARANHÃO/BRASIL
Voltemos agora para a cidade de Teresina, capital do Piauí. Daqui alcançamos a
capital maranhense – São Luis. O estado brasileiro do Maranhão, tem a
segunda maior costa litorânea do país. Um litoral de 640 Km. Perde somente
para a Bahia. Por esta razão,
aparece entre os primeiros estados de maior fluxo turístico brasileiro. Possui
cinco milhões de habitantes, dentre os quais, dois milhões e duzentos mil
encontram-se em zonas rurais, o que confere a este estado, o maior índice de
população rural do Brasil – 48%. Este estado, responde pela maior produção
de pescado do país, destaca-se o caranguejo e o camarão. São Luis mistura uma
arquitetura de ruas estreitas e casarões antigos, com modernas estruturas
arquitetônicas.
CEARÁ/BRASIL
Da cidade de São Luís, capital do estado brasileiro do Maranhão, passamos
para a capital do estado brasileiro do Ceará – Fortaleza. É um dos centros
turísticos mais procurados do Brasil. Apresenta uma costa litorânea com 573
Km. Os atuais estados do Ceará, ao lado do Amazonas, em 1884, foram as
primeiras províncias a declararem e adotarem a extinção da escravidão no
Brasil. Neste Estado, ao sul, encontramos a maior concentração de fósseis do
mundo, do período Cretáceo, ente 140 e 65 milhões de anos atrás. Fortaleza,
sua capital, é uma cidade moderna, com traços de antiguidade. O Turismo, como
já dissemos, é intenso, sobretudo, da Europa e Estados Unidos, com elevados
números de turistas também brasileiros.
RIO GRANDE DO
NORTE/BRASIL
Deixamos uma delícia de cidade, Fortaleza, e chegamos a outra aconchegante e
moderna capital da região Nordeste – cidade de Natal. São indecifráveis as
opções, a exemplo da cidade anterior, também oferecidos por Natal. Sem
dúvidas, esta capital, encontra-se em vanguarda de atrativos a espera de um
maior fluxo turístico. Não falta absolutamente nada na cidade de Natal, do
ponto de vista a atender e receber o turismo nacional e internacional. Dunas de
areias de até cinqüenta metros de altitude são encontradas no cenário da
praia de Genipabu ao norte dessa fabulosa capital. Uma visão só obtida no
deserto do Saara no Continente Africano. Contudo, em Natal, encontra-se próximo
a praias, convidativas ao desfrutar em um mergulho em águas límpidas e
deliciosas. O turismo ocupa a principal fonte econômica do Estado. O Rio Grande
do Norte, beneficia 95% do sal produzido no Brasil. Curiosamente, em
estatísticas do CCN, as mulheres deste estado, encontram-se nos maiores perfis
de padrões de beleza do Brasil.
PARAÍBA/BRASIL
Deixamos o estado do Rio Grande do Norte em direção a capital do estado
brasileiro da Paraíba, assim, chegamos a cidade de João Pessoa, com uma
arquitetura barroca meio a novíssimas construções, em um ambiente de clima
sempre quente, suavizado pela sempre e constante brisa do mar. De frente para o
mar, encontramos vastas extensões de areias finas e uma paisagem repleta de
coqueiros e palmeiras. O estado da Paraíba, também tem em suas bases
econômicas de sustentação, o turismo. Concorre com Natal e Fortaleza em
cenário natural e convidativo ao descanso e permanência. No sertão,
encontramos o município de Sousa, com um dos mais visitados Sítios
Paleontológicos do Planeta – Vale dos Dinossauros. Neste município,
encontramos enormes pegadas de animais pré-históricos. No ano de 2000, a
Paraíba passou a fazer parte do roteiro de vôos charter internacionais,
dinamizando ainda mais ao turismo na região. Com uma produção média anual em
torno de 4,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, o estado da Paraíba
disputa a ponta nacional de produção desse produto. Conta no ano de 2000, com
233 municípios, dentre os quais, 193 vivem imensas dificuldades devido a
ausência quase que total de chuvas.
PERNAMBUCO/BRASIL
Chegamos ao estado de Pernambuco, sua capital Recife, com um milhão e
quatrocentos mil habitantes(2000), também conhecida como a capital nacional do
frevo, responde, como as demais capitais de toda a região nordestina, por
significativa parcela no turismo nacional e internacional. Uma forte e intensa
vida, sustentada no radiantismo de sua gente, mantém altiva a alegria e o
prazer em viver. Um povo hospitaleiro, de sorriso aberto, sempre pronto a bem
atender e servir a todos os visitantes. Contudo, nem só de frevo e alegria
vivem os pernambucanos. Este estado enfrenta o terceiro maior índice de
mortalidade infantil antes do um ano de idade, devido a desnutrição, 6%. Em
cada cem crianças nascidas, seis morrem antes de completarem um ano de idade.Em
2000, o estado de Pernambuco, possuía 185 municípios. O município de Gravata,
é o segundo maior pólo floricultor do Brasil, perdendo só para São Paulo.
ALAGOAS/BRASIL
Ao deixarmos o estado de Pernambuco, avançamos até a cidade de Maceió, também
litorânea, capital do estado brasileiro de Alagoas. Como as demais capitais da
região Nordeste, conta com um cenário privilegiado por dunas e coqueirais.
Segue a natural tendência ao turismo, por contar com um clima médio elevado e
a vantajosa costa marítima. Estatisticamente, sete dos dez municípios mais
pobres do Brasil situam-se no estado de Alagoas. O município brasileiro tido
como o de piores condições econômicas, é o de São José de Tapera, no sertão,
a taxa de óbitos da infância, antes de um ano, alcança o impressionante índice
de 72%. Em cada cem crianças que nascem, estatisticamente, setenta e duas
morrem pela desnutrição. O maior índice de analfabetismo registrado também
no ano de dois mil, encontra-se nesse mesmo município, chegando a 36%. Contudo,
o estado de Alagoas, como um todo, é um estado próspero, abrigando milhares de
pessoas com excelentes níveis de vida. É contraditório! No mesmo lugar onde
observamos pessoas bem nutridas e economicamente estabilizadas, encontramos
também a miséria, fome
e a falta de oportunidades. Os maceioenses, da capital Maceió, contam com
melhores condições e oportunidades do que aqueles que residem no sertão.
Setenta e oito por cento dos eleitores têm no máximo o primeiro grau, o que
justifica os estágios de dificuldades encontrados pela população. Há um
forte movimento de êxodo rural, devido as dificuldades do sertão, o que
provoca um crescimento meio descontrolado da capital Maceió. A forte tendência
ao abandono das péssimas condições de vida no sertão, eleva a concentração
popular na costa marítima, aumentando as atividades na pesca e diminuindo as
perspectivas agrícolas, na produção de cana-de-acúcar, algodão e café.
SERGIPE/BRASIL
Deixamos o lindo cenário natural da cidade de Maceió, lamentavelmente cercado
de dificuldades em relação ao sertão, e seguimos, em direção a capital do
estado de Sergipe, sendo, esta, a formosa cidade litorânea de Aracajú. Sempre
marcado pela forte movimentação turística, devido a constante e presença de
grandes extensões de areia, dunas e coqueirais, como em toda a costa da região
Nordeste, a cidade de Aracajú também apresenta fortes traços na arquitetura,
herdados, de sua colonização e disputa entre portugueses e franceses. Sempre,
observamos o contraste da paisagem natural e as arquiteturas moderna e antiga.
Em toda a região Nordeste é marcante as dificuldades no sertão, provocadas
pela seca. Ao mesmo tempo, também é constante e forte a impressão das
riquezas naturais ao desenvolvimento turístico. Como nos outros estados dessa
região, o abandono pelo homem do interior das atividades agrícolas é muito
grande, o que eleva os percentuais de concentração principalmente nas
capitais. O estado de Sergipe, é o menor estado, em área, do Brasil. Aracajú,
fundada em 1855, foi a primeira cidade planejada do país, e teve forte
participação na resistência francesa no período colonial. Nos índices
nacionais, em dois mil, os sergipanos, surgem com 50% de sua população sabendo
escrever somente o seu próprio nome.
MINAS GERAIS/BRASIL
Como havíamos subido de Goiás para a Bahia, e de lá fizemos um passeio por
toda a região nordeste, desse ponto onde encontramo-nos, cidade de Aracajú no
estado de Sergipe, atravessamos a Bahia até atingir Minas Gerais, maior estado
da região Sudeste, com quase 600 mil quilômetros quadrados, e uma população
de 17 milhões e meio de habitantes, concentra, desse todo, 2 milhões em sua
capital, Belo Horizonte. Ocupa o primeiro lugar em produção de leite e café
do país. Na produção de feijão, é o segundo do país, ficando atrás
somente do Paraná no ano de 1999 – também, neste mesmo ano, alcançou a
maior safra nacional na produção de frutas, onde 27% da produção de abacaxi
no país, ocorreu em Minas Gerais. Duas de suas cidades, foram tombadas pela
Unesco como patrimônio histórico da Humanidade, Ouro Preto e Diamantina. Em
todo o estado de Minas Gerais encontramos fortes traços arquitetônicos do
Brasil colonial. Sua indústria perde apenas para São Paulo. Fiat e
Mercedes-Benz mantém montadoras nas cidades de Betin e Juiz de Fora,
respectivamente, o que garante um bom teto mínimo de arrecadação em ICMS ao
estado mineiro. Em 1997, os brasileiros acompanharam a complexa venda da
Usiminas, localizada no município de Ipatinga, onde foi colocado 75% da
produção nacional de minério de ferro, sob administração e controle de
interesses economicamente privados. O desinteresse na alimentação de origem em
matanças animais, e um hábito mais seleto e natural de nutrição, como vem
ocorrendo em todo o mundo, faz com que a produção agropecuária caia
vertiginosamente também em Minas Gerais, ainda que no ano de 2000, este estado,
tenha mantido-se em primeiro em produção nacional neste setor. Cerca de
duzentos municípios do norte e nordeste do estado de Minas Gerais, vivem sob a
constante seca, criando o maior problema social a ser enfrentado pelo governo
estadual, envolvendo, mais de dois milhões e oitocentas mil pessoas.
O turismo em
Minas Gerais, tanto se faz pelo aspecto arquitetônico e histórico
local, como por encontrarmos em um mesmo estado, diversos marcos de pontos mais
altos do país, aqui, se encontram, o 3o. 4o. 5o.
6o. 9o. e 10o. maiores referenciais de altura;
destaca-se, como terceiro maior ponto em altura no Brasil,
o Pico da Bandeira, com 2.889,8 metros, localizado na Serra do Caparaó,
entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
Em 1789, devido ao
acúmulo da dívida em impostos com a coroa portuguesa, 400 arrobas em ouro, ou
6 t. faz com que se deflagre o movimento historicamente conhecido como “Inconfidência
Mineira” – onde culminou com o enforcamento e esquartejamento de Joaquim
José da Silva Xavier, odontólogo, então conhecido como “Tiradentes”.
A Inconfidência Mineira, é tido historicamente, como o principal
movimento a aquecer o favoritismo à independência do Brasil.
ESPÍRITO SANTO/BRASIL
Deixamos o histórico estado mineiro e, em direção leste, passamos para o
estado do Espírito Santo, atingindo sua capital a beira mar, Vitória, uma
cidade limpa e aconchegante. Com pouquíssimas horas, a partir da capital, Vitória,
podemos nos encontrar em paisagens variadas, serra, campo, dunas de areias finas
e palmeiras, grandes extensões de praias marítimas. O estado, apresenta uma
população de 2.990.000 habitantes. Como já nos referimos recentemente, quando
passamos pelo estado de Minas Gerais, encontramos na divisa entre esses dois
estados, o Pico da Bandeira, 3o. maior referencial em altitude no
Brasil, com 2.889,8 metros. Vitória responde como o terceiro maior pólo
exportador do país, por contar com os portos de Catuaba, Tubarão e Vitória.
Com uma produção de vinte por cento do café nacional, essa atividade gera 500
mil empregos diretos e uma renda de quinhentos milhões de dólares. Mais
novecentos milhões de dólares anualmente são comercializados em sua liderança
nacional na produção de mármore e granito ornamental.
RIO DE JANEIRO/BRASIL
Ao deixarmos a bela e aconchegante cidade de Vitória, colocamo-nos em direção
ao estado brasileiro do Rio de Janeiro, também localizado na região sudeste.
Um estado eminentemente praiano. Ocupa uma faixa estreita e comprida na costa
atlântica. Na capital, com o mesmo nome do estado, Rio de Janeiro, encontramos
diversas e incontáveis atrações naturais inteligentemente maximizadas em
potenciais à fomentar o turismo. No Corcovado, entre uma cadeia de montanhas,
foi colocado um imenso Cristo de braços abertos, saudando a todos os
visitantes. No morro da Urca, uma outra cadeias de montes é transformada em
atração turística, a partir de “bondinhos teleféricos”. A Pedra da
Gávea, além da propagação de inscrições deixadas por civilizações
milenares, é utilizada como ponto de saltos em asa delta. Copacabana, é
divulgada no mundo inteiro em cartões postais. O Maracanã, maior estádio de
futebol do mundo, é outro motivo aos altos índices de turismo. Tudo que
acontece no Rio de Janeiro, por contar com a sede dos maiores centros de
televisão do país, é motivo de difusão nacional e internacional, o que soma
geometricamente à performance constante nas estatísticas de turismo. Um dos
pontos máximos do fluxo turístico, encontra-se no mês de fevereiro, durante o
carnaval.
Com a menor extensão territorial da região sudeste, no estado do Rio de
Janeiro concentra-se a terceira maior população no país. Perdendo somente
para São Paulo e Minas Gerais. A cidade do Rio de Janeiro, foi capital do
Brasil por quase duzentos anos, de 1763 à 1960, quando a capital passou para o
Distrito Federal de Brasília. Antes disso, foi sede do governo português.
Na atualidade, a
Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda e a Bacia de Campos, onde
encontra-se a maior plataforma de petróleo do Brasil, aliados a
cana-de-açúcar (expoente da produtividade agrícola), ao lado de diversas
indústrias metalúrgicas,
fábricas e montadoras, além de um dos maiores centros de pequenas
fábricas de iniciativa popular, restrita no atendimento personalizado de
necessidades conjuntas, mantém economicamente este pólo humano e turístico.
Estácio de Sá, em 1o. de março de 1565, no local hoje conhecido
como Fortaleza de São João, na Urca, funda a Cidade do Rio de Janeiro. Neste
mesmo local, Fortaleza de São João, encontra-se o Forte Velho, onde Tiradentes
passou os últimos dezessete dias antes de ser enforcado, onde origina-se a
denominação atual dessa cela, de “Cela 17”. É comum, na visita à “Cela
17”, em seu interior, pela manhã, os visitantes colocarem-se no ponto onde
recebe alguns raios de sol. Ali, com os olhos fechados, tem-se, por empatia
lítero-sugestiva histórica, a visão interna de “Tiradentes” em seus
últimos dias. No Forte Velho, encontramos uma das maiores concentrações de
canhões usados na defesa da Bahia de Guanabara contra as invasões francesas.
Desse mesmo ponto, podemos ver o Forte Laje, local estratégico militar e,
do outro lado da Bahia, já no município visinho, avistamos a Fortaleza
de Santa Cruz, local para onde eram levados os presos políticos durante a
repressão militar. Na atualidade, dentro dos portões da Fortaleza de São
João, encontramos, a Escola de Educação Física do Exército (onde é comum
assistirmos aos treinos da seleção brasileira de vôlei ou de basquete;
feminina e masculina) ou fazermos exercícios ao lado de jogadores da seleção
brasileira de futebol. Seguidamente, em 1977, eu corria com o jogador Marinho da
seleção de 1974 e tive o privilégio também, de conhecer e conversar com
outro de nossos astros da Seleção brasileira de futebol -Rivelino. Encontramos
nos limites da Fortaleza, a Escola
Superior de Guerra, além de duas pequenas ótimas praias, visitadas por
jogadores de clubes cariocas e seleção brasileira, cantores, humoristas,
atores e apresentadores. Aqui, conversei com o Didi (dos trapalhões) e em outro
momento, com o ator Ari Fontoura, quando, no Forte Velho, fazia gravações como
presidiário para a novela “Nina” – na ocasião, ele comentou do quanto em
tempo e filmes eram gastos devido a utilização de mão de obra não
qualificada de figurantes, tendo que repetir diversas vezes algumas tomadas,
submetendo os atores profissionais a horas exaustivas meio ao sol e em lugares
sem o mínimo de conforto. Enfim, só esta Fortaleza, na Urca, já abriga parte
da história passada e faz o presente na rota de turismo no Rio de Janeiro.
Aterro do Flamengo, Arpoador, Leme e Leblon, ao lado de Angra dos Reis,
são alguns dos locais onde encontramos belíssimas praias, certamente que
lideradas, pelo renome internacional da praia de Copacabana.
Grandes problemas
sociais, são atribuídos ao Morro da Rocinha, todavia, em nossa passada pelo
Rio de Janeiro, visitamos especialmente a este morro, não vimos, durante nossa
visita, que demorou algo em torno de quatro horas, nem mesmo pessoas fumando
cigarros. Contudo, em nossa visita a outro Morro, tido como de classe econômica
e cultural mais elevada “Morro de Santa Tereza”, já no bondinho que conduz
à mansões, pudemos observar jovens, louros, de olhos verdes, bem vestidos,
trocando dinheiro em “papelotes” de maconha. Visitamos uma destas mansões,
muito ampla, de grandes pilares trabalhados, piscina. Conversamos com um jovem
bem nutrido, louro, de olhos azuis, com dezenove anos. Seus pais estavam em
viagem. Ele, só dividia a casa com amigos, fumavam livremente maconha e bebiam.
Lá no Morro da Rocinha, encontramos uma senhora negra, pés descalços, mãe de
um jovem negro, baixinho, que levou-nos à passear para conhecermos o local.
Jogamos bola com uma turma conhecida sua e passamos, como já dissemos, quatro
horas, sem ao menos ver cigarros.
Curiosamente, assim
como em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, encontramos a única Brigada
Militar do país, na capital do Rio de Janeiro, encontramos a única Brigada
Paraquedista do Brasil. No Rio de Janeiro, encontramos também o Hospital
Central do Exército brasileiro e a sede da Academia Brasileira de Letras.
SÃO PAULO/BRASIL
Encontramo-nos no maior centro, ou pólo industrial do Brasil e América do Sul,
estado de São Paulo. É muito comum assustarmo-nos com a superpopulação deste
estado, isto é notado no aeroporto e principalmente na
rodoviária. É tanta gente de todos os lados ao mesmo tempo... uns indo,
outros vindo, gente que sobe, gente que desce...Estado com uma densidade
demográfica de 146 pessoas por quilômetro quadrado, São Paulo abriga
36.351316 (estatística IBGE 2000). Desses trinta e seis milhões e trezentos
mil habitantes, trinta e três milhões encontram-se nos centros urbanos, e três milhões em zonas rurais. São
Paulo, no ano de dois mil, contava com um dos menores índice nacionais de
analfabetos, dois milhões e
quinhentos mil, aproximadamente, 6,6% da população. Este índice, menos de 10%
de analfabetos, só foi alcançado por oito
estados brasileiros, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de
Janeiro, Rondônia, Amazonas, Roraima e Amapá.. Em São Paulo, somente 2% de
matrículas aparecem com destino ao nível superior – já ao ensino
fundamental, foi registrado 6.226.174 matrículas, e para o nível médio,
2.079.000 estudantes. PIB – 40% indústrias e 55% serviços // Participa com
36 % do PIB Nacional. As principais indústrias paulistanas: metalúrgicas,
alimentícias, de eletroeletrônicos e automobilísticas. Na agricultura, em
1999, a média anual da safra por produto, contou com
97 milhões de toneladas de cana-de-acúcar, ainda, milho, soja, tomate,
batata-inglesa, feijão, uva, algodão, arroz, laranja, café. No ano de 2000,
dez milhões de habitantes, dos trinta e seis de todo o estado, encontravam-se
na capital, de mesmo nome “São Paulo”. Todos os dados supra, em
proporções e referências, servem também para a capital, distribuindo-se aos
demais municípios. Segundo dados da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento
do Município (capital), em 1996, encontrávamos dois milhões de favelados na
cidade de São Paulo. Em 1532, Martin Afonso de Souza, funda a primeira vila
brasileira “São Vicente” no litoral. Os colonizadores, anos depois, seguem
em direção ao planalto, fundando uma série de municípios, dentre os quais,
São Paulo, já em 1554. O Estado de São Paulo, compõe a região Sudeste, ao
lado do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
PARANÁ/BRASIL
Saímos assim, da região sudeste, entrando na região Sul, composta pelos
estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O Estado do Paraná,
é nacional e internacionalmente conhecido por seu sistema de trânsito, com os
menores índices de acidentes. A disciplina tanto por parte dos condutores de
veículos como pelos pedestres, garante este “status” ao Paraná.
É conhecido por seu sistema tecnológico educacional avançado.
O estado brasileiro do
Paraná, recebe anualmente, cerca de 700mil turistas, pela exuberante queda d’água
das cataratas do Iguaçu. Este estado, conta com a Hidroelétrica de Itaipu, a
maior do mundo. Sua capital, Curitiba, encontra-se a 900 metros de
altitude em relação ao nível do mar, é a capital de maior altitude do país.
Em 1971 surge o primeiro calçadão no Brasil, Jayme Lerner foi o autor do
projeto que deu à Curitiba esta vanguarda arquitetônica.
O estado do Paraná,
é um dos maiores pólos automobilísticos do país. Também, é o estado que
mais produz soja, a sua safra em 1999 chegou a marca de 7,7 milhões de
toneladas, 25% da produção nacional de soja. É o segundo maior estado
produtor de batatas. Como os demais estados, devido a elevação da busca por
qualidade de vida, a partir da alimentação, os produtos de origem animal
encontram-se em queda, ano após ano.
A província do Paraná
ganha independência em 1853. A colonização gaúcha teve forte influência no
cultivo da erva-mate, o que impulsiona fortemente a economia do Paraná já no
final do século XIX.
No ano de 2000, o
Paraná contava com uma população de 9.492.790 habitantes. Em sua capital,
Curitiba, concentrava-se, desse montante, 1.618.279 (dados IBGE).
SANTA CATARINA/BRASIL
Passamos para o estado de Santa Catarina, marcado por um litoral de grandes
extensões de areia na beira-mar – 561 km de costa. Também com um forte
potencial ao turismo, atrai milhares de brasileiros, argentinos, uruguaios e
paraguaios às suas areias encantadas. Santa Catarina, menor estado da região
sul, com menor população, encontra-se como elo obrigatório àqueles que dos
demais estados brasileiros, por terra, dirijam-se ao Rio Grande do Sul. Sua
capital, Florianópolis, conta com uma população de 285 mil habitantes,
somando o estado, 5.168.808 ao todo (IBGE – 2000).
No inverno, Santa
Catarina recebe um grande fluxo de turismo devido a presença de neve na região.
No século XVI, mais
especificamente em 1532, durante a expedição de Sebastião Caboto, surge o
nome Santa Catarina, atribuído à ilha dos Patos, passando a ser adotado em
toda a região. O território de Santa Catarina, em 1534, é doado ao irmão de
Martim Afonso de Souza, donatário da capitania de São Vicente. Assim, Pero
Lopes de Souza, dá os primeiros passos à exploração efetiva dos potenciais
catarinenses. Contudo, somente no século seguinte, XVII, se processa os
movimentos significativos de colonos na região.
O estado brasileiro de
Santa Catarina, ocupa a dianteira nacional na produção de cebolas, segundo em
produção de maçã, liderado pelo Rio Grande do Sul. Produz muito bem, milho,
arroz e soja.
RIO GRANDE DO SUL/BRASIL
Em direção sul, é o Rio Grande do Sul, o último estado da região sul e
brasileiro. Com uma população em 2000 de 10.077.267 habitantes, de onde
1.321.886 encontram-se em sua capital, Porto Alegre, distribuindo-se o restante
em 497 outros municípios, o Rio Grande do Sul é o estado mais populoso desta
região, seguido pelo Paraná e Santa Catarina. Com um folclore muito definido,
este estado reserva traços e costumes muito particulares. A bombacha e o
chimarrão são os principais elementos de seus costumes gaúchos. Este estado,
devido a sua história, mantém acesa a chama crioula, símbolo de suas tradições.
Certamente que ao andarmos em Porto Alegre, capital, dificilmente encontraremos
um gaúcho vestido tipicamente (pilchado) ou uma moça ou senhora com vestidos
rodados, com saia de armação (prenda). Todavia, ao seguirmos em direção a
serra ou aos pampas, isto já torna-se mais comum. Homens no interior são
encontrados dentro de uma linha eminentemente tradicionalista, as mulheres
raramente.
Em São Borja e São
Miguel, encontramos ainda hoje, ruínas das povoações jesuítas de 1600. Em
Alegrete, destaca-se a Capela Queimada e a ponte do Ibirapuitã, onde travou-se
por três anos, guerras contra a
invasão Argentina, ocorrida entre os anos 1825 e 1828. Lamentavelmente, nesta
mesma cidade histórica do ponto de vista tradicionalista, em 1996, na praça
principal de Alegrete e em quase todos os CTG’s, com exceção do CTG Honório
Lemos, a “chama crioula” -símbolo máximo das tradições gaúchas,
encontrava-se acesa sob um sistema artificial de gás, relegando-se a estopa
banhada em óleo, à um plano meramente literário.
Muitas são as cidades com forte participação na história do Rio
Grande do Sul. Bagé, Pelotas, Palmeiras das Missões, Vacaria, Caxias, Santo
Ângelo, São Borja,Uruguaiana, Santana do Livramento, São Gabriel, Vacaria,
Ijuí, Rio Grande, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Chuí, Gravataí, Alvorada,
Viamão, Tiradentes, Machado de Assis, Osório,(...)
No futebol, os clubes
Internacional e Grêmio na capital, Juventude, Bagé e Guarani no interior,
garantem os maiores espetáculos, dividindo os adeptos desse segmento.
A cidade de
Livramento, fronteira com o país vizinho do Uruguai e a cidade de Uruguaiana,
fronteira com o país da Argentina, ganham intenso movimento turístico, além
da serra, Caxias, Canela e a capital nacional do cinema, Gramado, onde todos os
anos, ocorre o maior festival de cinema do Brasil.
Os espanhóis
dominaram por sessenta anos as áreas do Prata, onde localiza-se o Rio Grande do
Sul. Isto entre 1580 e 1640. Devido a este domínio, a expansão é facilitada,
chegando os primeiros sertanistas. Também, chegam imediatamente aos
sertanistas, os bandeirantes paulistas. Nesta época, nas missões do Paraná e
Paraguai, desenvolvidas pelos padres jesuítas da companhia de Jesus, nos
limites do atual estado brasileiro do Rio Grande do Sul, encontramos aldeados,
os índios guaranis. Os padres jesuítas são atacados pelos bandeirantes
paulistas, que buscam fazer escravos aos índios. Assim, os padres deslocam suas
aldeias para o sul, ao longo do rio Uruguai. Esta movimentação atrai aos
interesses coloniais, precipitando a migração de famílias açorianas à, então,
capitania de São Pedro do Rio Grande. Em 1737 é criada uma forte base militar
na embocadura da lagoa dos Patos, de onde se originou a atual cidade portuária
de Rio Grande. Em 1747, é fundada a vila de Porto dos Casais, atual Porto
Alegre, capital gaúcha. Confrontos se processam entre Portugal e Espanha
durante a demarcação decorrente do Tratado de Madrid, de 1750. Os índios
guaranis, resistiam as forças espanholas e portuguesas, que por sua vez,
disputavam o território.
Grande é a
participação do Rio Grande do Sul na independência do Brasil. Contudo, devido
ao centralismo do império, entre 1835 e 1845, o Rio Grande do Sul declara
guerra contra as forças imperialistas, revolta esta, que ficou conhecida como
Guerra dos Farrapos, devido as condições precárias das frentes de lutas
gaúchas. Os saldados, enrolavam sacos de estopa na cintura, passando por entre
as pernas e voltando a amarrar na cintura, o que virou um traje “chiripá
farroupilha”.
Entre os principais
vultos da história gaúcha, encontramos Honório Lemos Nogueira (conhecido como
“leão do Caverá, ou, também, lanceiro do Caverá”) primo irmão de
Orfelina Pacheco Nogueira, esposa de Olívio Carabajal, pai de Manoela Cacilda
Carabajal Lopes, descendente de Don Gonzalo de Carvajal, que por sua vez é
descendente de Don Bermudo II, Rey de León na Espanha. Olívio Carabajal, é
descendente ainda de Don Cristóbal Colón de Carvajal y Maroto “Duke de
Deragua”, descendente direto de Cristóbal Colón, descobridor da América.
Entre outros vultos da história do Rio Grande do Sul, encontramos: Júlio de
Castilhos, Pinheiro Machado, Borges de Medeiros, Luís Carlos Prestes, Bento
Gonçalves, Getúlio Vargas, Oswaldo Aranha, Ildo Menegetti. Na história
recente do Rio Grande do Sul, encontramos, Miguel Jackes Trindade, Edgar Hudson,
Alceu Colares, Leonel Brizola, Antônio Brito, José Rubens Pillar, Nilo
Gonçalvez, João Fagundes, “Bagre e Neto Fagundes”, Nelson Marchezan, Vasco
Antônio Baratto, Pedro Américo Leal, Bráulio de Oliveira Neto, Carlos Salzano
Vieira da Cunha, Oscar Carpes, Carlos
Cezar Araújo, Ivan Castro, Otávio Armando Grossi, Garrastazu Médici, Amaral
de Souza, Nilo Peçanha, , Olívio Dutra,(...)
O Rio Grande do Sul
encontra-se entre os estados com melhor aproveitamento e rendimento escolar, de
onde destacam-se também nesta área: - no extremo norte, os estados de Roraima,
Amazonas, Rondônia e Amapá, - no
Sul; Santa Catarina, - Sudeste; São Paulo e Rio de Janeiro, -
Centro Oeste, o Distrito Federal.
O Rio Grande do Sul,
é o maior produtor nacional de grãos: soja, milho, feijão, trigo, arroz. É
também o estado que mais produz maçã no Brasil.
Com o setor industrial
muito desenvolvido, recebe no segundo semestre de 2000, um forte
reforço pela instalação da indústria
automobilística General Motors.
Este estado tem uma
das maiores variações na paisagem e clima, o que o torna um estado
potencialmente turístico. Com costa marítima, Tramandaí, Capão da Canoa,
Pinhal, Torres e Praia. do Farol e Praia do Cassino, garantem, no verão, um
grande fluxo de ao veraneio.
A priorização da
saúde e educação, torna o Rio Grande do Sul, o estado da federação com
melhor qualidade de vida (ao lado do Distrito Federal). O mais elevado índice
de desenvolvimento humano, maior expectativa de vida e também maior renda
média individual da população, são também marcas nacionais do Rio Grande do
Sul. Neste estado, encontramos as melhores faixas de escolaridade entre a
população. Sua organização e qualidade de vida, chega a
todos os estados da federação. Através dos CTG’s – Centros de
Tradições Gaúchas, oferecendo segurança e opções sadias de entretenimento,
cultura e lazer aos gaúchos que estão fora do Rio Grande do Sul. Os CTG’s,
já encontram-se em diversos continentes no mundo inteiro, garantindo aos
migrantes gaúchos, onde encontrarem-se, adaptação e um meio social propulsor
à conquista de seus ideais.
Desse ponto, partimos
para o turismo internacional, o primeiro país, após deixarmos o Brasil, pela
fronteira do Rio Grande do Sul, é a Argentina.
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Nas páginas
seguintes, acompanhe-nos nessa aventura turística internacional, em nosso:
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