Patrono Internacional da ALB
Imortal Ph.I. Miguel Máximo Angel Robles Tejada
Extrato
Biográfico
Nascimento: 21.2.1922 - Faleceu no curso dos oitenta anos (um mês vivido dos 80 anos) - Falecimento: 12.3.2001
Oitenta anos de cultura, vida e buscas.
Local: Aroa / Estado
Jaracui/Venezuela
Pai: Sílvio Robles Lemanes
Mãe: Carmen Tejada Tejada
Bisavô Paterno: Capitão
da Cavaleria Victor Lemanes (Venezuelano) – lutou contra os espanhóis na
independência da América.
Irmã: Laura Robles; esposa
do General Venezuelano Geraldo Injoque.
Estudos
Ad Honoren
1-
Silvicultura: Japão – Osaka
2-
Brasil – Mackienze
3-
Astrofísica: Canadá/Montreal – La Sale
4-
Silvicultura: Alemanha – Westfalia
5-
Meio Ambiente: Venezuela – Universidade Católica Adres Bello
Idiomas
de domínio
-
Espanhol
-
Português
-
Inglês
-
Francês
-
Alemão
- Chinês
*Robles
Máximo fez a volta ao mundo duas vezes.
___________________________________________________________________________
Falecimento de Robles...
PERSONALIDADE
MUNDIAL É SEPULTADO COMO INDIGENTE
FALECEU
NO DIA 12 DE MARÇO DE 2001, O Ph.I
“ROBLES MÁXIMO” PERSONALIDADE CULTURAL COM EXPRESSÃO MUNDIAL,
ESCRITOR E PESQUISADOR – PATRONO
INTERNACIONAL DA ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL. FOI
SEPULTADO NO CEMITÉRIO
CAMPO DA SAUDADE EM BOA VISTA, CAPITAL DE RORAIMA.
Um
dos coveiros, senhor José, disse que o mesmo foi conduzido só ao cemitério,
sem nenhum amigo.
“Veio enrolado em um plástico(...)” – a partir de um
documento, oferecido para a administração do campo de sepultamentos, o
“coveiro” senhor José, tomou conhecimento de tratar-se de um escritor –
Patrono Internacional da Academia de Letras do Brasil, de onde; "...
providenciei uma cruz e uma placa com os dados do falecido, até entâo
desconhecido..."
Escritor
e pesquisador Miguel Máximo Angel Robles Tejada
- Venezuelano
Nasc.22/1922
- falecimento 12/03/2001
Filho
de Silvio Robles e Carmen Tejada
Robles
Máximo, enterrado como indigente na segunda-feira 12, do mês de março do
ano de 2001 em Roraima, é tido como uma das maiores personalidades científicas
e culturais de nossa época.
Robles
Máximo, era capaz de dar uma volta memorial inteira ao mundo, cidade por
cidade, estado por estado, país por país. Falava sobre a economia, população,
cultura e história de cada cidade em seu passeio narrativo pelo globo
terrestre. Falando um “portunhol” como referiu-se o poeta e ator gaúcho
Carlos R. C. Lopes, ao espanhol abrasileirado de Robles Máximo, devido aos
anos de idas e vindas ao Brasil.
Desde
1958, Robles priorizava Roraima em seu roteiro de pesquisas internacionais.
Apaixonado pela Selva Amazônica e o clima quente, afastava-se em viagens aos
países limítrofes ao Brasil, América Central, América do Norte, Europa, Ásia,
mas acabava sempre retornando. Já idoso, com 79 anos, não se entregava à
velhice, exigindo-se sempre mais um passo, mais um livro, mais uma teoria.
Autor
de diversas teoria em plena conquista da comunidade científica mundial, como:
-Nova
Teoria sobre a Origem da Espécie Humana no Planeta Terra;
-Nova
Doutrina, Filosofia e Religião Amazônica;
É previsto, neste conjunto de normas cientificamente expostas por Robles,
pontos a que os governos devem observar, à expansão de domínios, sem que se
anulem as condições de vida em harmonia com a natureza. Neste conjunto de
medidas, Robles chama atenção até mesmo para o absurdo de serem copiados em
regiões quentes, modelos de regiões frias, como o uso de luvas por crianças
em desfiles cívicos, ou a não observância da necessidade da incorporação
de um protetor às crianças em relação ao sol, ficando as mesmas horas sob
o sol. Também, faz referência a adoção de roupas leves e claras devido a
intensidade dos raios solares, bem como, a criação de lei complementar para
a permissão do uso de bermudas em repartições públicas. Ainda, evidencia a
inconstitucionalidade na obrigatoriedade de uso de gravata por alguns órgãos
públicos e mesmo privados. Quanto a Religião Amazônica, o pesquisador faz
referências, neste livro, de adotarmos um Deus eminentemente preocupado em
alimentar a humanidade. Não havendo espaço, para projetos e ideais que não
tenham em seu bojo, parte voltada para sanar a complexidade da fome, que ainda
assola a humanidade. Em filosofia, o notório escritor, faz referência a
evolução partidária na organização social. Os candidatos, devem concorrer
nos níveis compatíveis aos seus projetos. Nas convenções, bancas de homens
voltados para as ciências, em todas as suas ramificações, devem passar a
analisar as propostas dos pré-candidatos, lançando cada um, a concorrerem
segundo sua visão. Enquanto isto não ocorrer, segundo este capítulo de um
de seus noventa e três livros, estaremos sendo dirigidos por leis incertas,
sem embasamento experimental sistemicamente embasado em parâmetros e pré-supostos
teóricos. Robles faz referência a pouquíssimos homens públicos,
candidatos, que submetem anteprojetos escritos aos eleitores. Isto deveria ser
exigência, regulamentada e institucionalizada, garantindo à população, um
mínimo de garantias após a eleição de seus representantes. Ainda em
filosofia, Robles faz referências aos atuais modelos de cidades totalmente
artificiais, apontando um provável colapso do capitalismo, devido estar se
afastando em muito do humanismo. Robles Máximo, defende as “Cidades Ecológicas”,
onde trilhões de árvores frutíferas garantem o alimento para todos,
encontrando-se em praças e logradouros, estadas municipais, estaduais e
federais.
-Primeiras
Pautas do Direito Interplanetário:
Discorre Robles, sobre a base e conceitos da “Patria Universo” e a “Pátria
Galáxia”. Isto, a partir dos seres superconscientes de sua participação
da vida cósmica, capazes de alterarem as perspectivas de vida no universo a
partir de ações e condutas no tocante a harmonia homem/natureza. Assim como
no passado o planeta “Maicçol” modificou a ordem interplanetária, quando
de sua explosão, Robles chama a atenção da comunidade científica, cultural
e governamental, para não incorrermos em erros no tocante a ecologia. Na
atualidade, para Robles, falarmos em direito interplanetário, pode soar como
se aos povos primitivos falássemos em avião, foguete, televisão, rádio ou
computador. Todavia, crê que somente no momento das primeiras linhas de um
Direito Interplanetário, conquistaremos a efetivação da paz total na terra,
porque mais longe estará o paradigma de conquistas humanas.
-Criação
ou Iniciação da Engenharia da Alma, Mente e Espírito:
Sob este título, Robles Máximo, dá os primeiros passos científicos em direção
a uma organização sistêmica a energia humana. Sabidamente, cada célula de
nosso corpo, funciona como uma mini-bateria de potássio, com energia cinergética
entre 40 e 90 mini-voltz. Os recentes avanços na bioeletrografia, o que no
passado era chamado Kirliangrafia, possibilita os passos iniciais a uma
delimitação total da energia humana, sem desconsiderar a capacidade de
sensibilidade de captação de energias de ambientes através dessa nova
tecnologia. Muito em breve, segundo as Teorias Roblenianas, estaremos frente a
frente com verdades até então inimagináveis a mente humana. Deus, segundo
Robles, encontra-se em tanto nos seres, como nos demais animais e objetos,
pois, a energia, sua origem e interatividade, envolve desde o micro-cosmo ao
infinito macro-cosmo, tudo reage no universo, sem a existência concreta da ação,
apenas reação. Onde pensamos iniciar algo, o que chamaríamos de “ação”,
ali, se investigado, é o ponto intermediário de uma reação anterior, que
nos lançará a uma, também “reação” posterior – isto em cadeia contínua
e infinita. Base dos estudos freudianos que originaram inclusive a medicina
psicanalítica. Nesse campo, mental reativo, destaca as recentes pesquisas em
psicanálise clínica instrumental, possibilitando o equilíbrio sexocinergético
humano, ao lado da delimitação dos estágios psicomaturacionais da consciência
humana e a teoria cosmobiopsicosóciocineciológica, onde o pensamento ganha
um status concreto, a partir da difusão espectral de raios gama, com origem
em reações entre os prótons e elétrons do átomo de hidrogênio, de onde,
quimicamente são absorvidos e codificados nos vegetais para mais tarde serem
decodificados na eletroquímica humana, sendo, por força da Lei Universal
Geral, difundidos literária e cientificamente, alcançando a toda Humanidade,
colocando-nos em linha direta de ação congruente a vida cósmica. Ainda,
segundo Robles, devemos considerar os avanços da medicina ortomolecular, onde
o ser tem resultados de toda a sua estrutura molecular. Isto é alcançado
através do exame mineralogrâmico, a partir de um grama de cabelo. Até bem
pouco tempo, este exame só era possível nos Estados Unidos e outros países
de primeiro mundo. Rapidamente, ganhou expressão mundial e é encontrado no
Brasil. Roraima inclusive já conta com esse avanço em saúde.
-
Criação
de uma nova Genética Humana:
Esta linha de pesquisa por Robles, relaciona-se ao controle genético humano,
o que, certamente, haveremos de em curtíssimo espaço de tempo, delimitarmos
totalmente. Contudo, a engenharia genética robleniana é natural, o
pesquisador faz referências ao cruzamento sistemicamente previsto, de onde,
as raças puras, negra, ariana, indígena e amarela, através de seus
remanescentes sadios, após balanceamento ortomolecular, entrecruzariam-se, o
que resultaria, em seres geneticamente sadios e perfeitos. Passando-se ao
controle de natalidade a partir desse momento. Nos modelos não naturais,
estaremos em curto espaço de tempo controlando para que seres com doenças
sem prognósticos científicos de cura, deixem de reproduzir, tornando-os, por
ingerência institucional, estéreis.
O
Pesquisador e escritor Robles Máximo, renomeou e subdividiu todas as orlas
hidrográficas da Terra, utilizando-se do nome Amazônia como nome comum aos
demais;
-
o que lhe rendeu em 2000, a indicação ao Prêmio Nobel em ecologia,
indicado pelo Conselho Nacional pró-tempori das Academias de Letras do Brasil
- CONALB.
Amazônia
Austral Americana:
Agrupa os rios situados ao Sul do Ecossistema Artificial do Canal do Panamá,
até o Continente Antártico e Pólo Sul.
Amazônia
Boreal Americana:
Agrupa todos os rios situados ao Norte do ecossistema artificial do Canal do
Panamá, até o pré-histórico Mackienze e o Pólo Norte.
Amazônia
Europeia:
Do Thames ao Volga; do Volga ao Rhin; do Rhin ao Danúbio; do Danúbio
ao ao Sena e do Sena ao Tajo.
Amazônia
Asiática:
Do Amarillo ao Don e do Genghis ao
Mekong.
Amazônia
Africana:
Do Congo ao Nilo e do Nigger ao Eufrates.
Amazônia
Australiana e Antártica:
Abrange todo o ecossistema da Cordillera Diamante e as Serras
Elworth.
Robles,
faz referências a necessidade da criação de um banco ecológico, apenas
para subsidiar projetos voltados para a ecologia, onde, os ecologistas, teriam
o prazer de trabalharem no replantio das trilhares de espécies vegetais
devastadas ao longo da história humana, na orla dos rios estariam, ao
mesmo tempo, sobrevivendo.
“Um exército verde de mulheres” – assim via
Robles a grande frente de trabalho de replantio às margens destes rios.
Mulheres, por acreditar ele, serem mais sensíveis a necessidade do
planeta.
É a única forma de suportarmos uma superpopulação mundial. A água potável
a cada dia torna-se mais rara e os recursos que necessitaríamos para a
dessalinização das águas do mar tornaria inviável esta tomada de decisão.
Contudo, se virmos efetivamente poluir totalmente nossas bacias hidrográficas,
não restará outro caminho à humanidade, a exemplo da perfuração da camada
de ozônio; - buscamos nas ciências, urgentemente, um meio de darmos retorno
aos raios nocivos aos seres, sejam com filtros em espelhos
na órbita terrestre, sejam com canalizadores infra-violetas...
Robles
Máximo acreditava que a partir do ano 2000, as mulheres, lentamente, tomariam
em suas mãos os governos em todo o mundo “Gobierno Del Feminismo” assim
referia-se nosso pesquisado, “destronando um machismo sangriento y
miserable”. Tudo isto, pela
plena consciência do passado de guerras perpetrado pelos homens enquanto
governo.
Em
28 de julho de 2000 um processo movido por Robles Máximo contra o governo do
Canadá, ganhou em premissa, o direito à ocupar um espaço no Guiness. Isto, por
completar, naquela data, quarenta e seis anos desde as primeiras reivindicações.
Buscou ser indenizado por lesões cerebrais sofridas quando a serviço
militar de ultramar na zona inglesa de ocupação da Alemanha. Laudos médicos
e todos as peças foram anexadas e incontáveis foram os retornos negativos
por parte daquele governo. No Brasil, a partir de Roraima, o assistente Jurídico,
indicado pela Divisão de Assistência Judiciária do Estado de Roraima, Dr.
Marcos Antônio Carvalho de Souza, formulou o processo para fins de pensão e
aposentadoria do ex-combatente, encaminhando à República do Canadá – via
a Embaixada da mesma em Brasília.
Essa
batalha judicial de Robles, está sendo toda ela transformada em material
literário, com possibilidade de circulação em todas as cinqüenta e sete Nações
que compõem a “British Commonwealth” dos cinco Continentes e Antártida a
que o Canadá pertence. Um país com uma justiça capaz e permitir a morte por
velhice do reclamante, quarenta e seis anos, necessita ganhar páginas de
jornais e revistas no mundo inteiro. Muito em breve, esta matéria com total
exclusividade da Revista Perspectiva Amazônica, deverá constar no Site da Academia de Letras do Brasil, iniciando a difusão mundial do descaso
do governo Canadense para com os veteranos de guerra. Homens, que, em sua
maioria, sofreram anos contínuos, após ao termino da guerra, com
psicotraumas adquiridos em bombardeios e confrontos corpo a corpo em terra.
Ultimamente,
Robles Máximo dedicava-se ao roteiro de um filme, intitulado O Retorno das
Amazonas” – nesse filme, objetivava, demonstrar ao mundo, a partir de
“Frei Gaspar de Carvajal” – autor da Lenda das Amazonas e também do
Eldorado (El Dorado – um líder em meio a Amazônia que se cobria em mel e
ouro, banhando-se diariamente em um lago) – uma nova versão das Amazonas,
por isso “O Retorno das Amazonas” – Em seu roteiro, Robles transformava
mulheres combatentes em mulheres empenhadas na preservação do meio-ambiente,
aproveitando, para orientar governos e populações, ao desenvolvimento
integrado e harmônico da Amazônia com as propostas de ecologia e preservação.
Basicamente, apresentava um batalhão de mulheres, vindas de todas as partes
do mundo, encaminhadas pelos governos, para trabalharem no reordenamento ecológico.
Obviamente, que meio ao trabalho e replantio das espécies em extinção, e
também da expansão das Amazonas por todo o mundo, a partir da renomeação
das maiores orlas hidrográficas do planeta, surge o romance, o drama e a tragédia
(devido a um grande e devastador incêndio – este, a partir de dados reais)
movimentando as forças aéreas do mundo inteiro. Seu
roteiro para o cinema, é simplesmente da ordem dos maiores clássicos
já produzidos, onde Roraima ganha destaque e projeção internacional, pela
iniciativa da criação do Exército Feminino Amazônico.
-
Outro de seus livros, em trabalho de tradução para o português é intitulado – “Passeio Cultural pelo Globo
Terrestre” – muito em breve poderá também ser adaptado para o cinema –
Obra riquíssima do ponto de vista cultural. A tradução, muito em breve
deverá ser colocada a disposição do público brasileiro, com pequenas notas
de atualização pelo tradutor.
Robles
Máximo, além de ser Patrono Cultural e Científico da Academia de Letras do
Brasil, criou o movimento que muito em breve deverá resultar na consolidação
e organização da Academia de Idiomas do Brasil - com extensão para o mundo
inteiro e em todos os Estados e Municípios do Brasil. Em Roraima,
particularmente, a Academia Roraimense de Idiomas ou Academia de Idiomas de
Roraima, já encontra-se em tempo bastante adiantado de implementação à sua
operacionalização, prestando serviços de tradução em todas as línguas, a
custos baixíssimos à população. Esta Academia, em especial, congrega
poliglotas, com domínio em diversas frentes estrangeiras. Esta idéia, teve
início quando das voltas ao mundo por Robles, a partir de sua própria
necessidade para a tradução de documentos pessoais – não encontrando,
detinha-se um pouco mais em cada lugar, o que resultou o domínio de vinte e
oito idiomas, entre: inglês, francês, árabe, espanhol, italiano, alemão,
japonês, chinês (...)
Robles,
correspondia-se com o “Montreal Star” – Newspaper, Montreal/Província
de Quebec, Canadá: Mister Frank Lowe – colunista. Ainda, com o jornalista
Mick Hunter, do Ottawa Journal – Ottawa, Ontário-Canadá. Seu processo de
quarenta e seis anos estava sendo motivo de estudos de possibilidade à
ingressar no Guiness.
Robles
Máximo foi expulso de Ontário, negando-se em assinar a portaria de expulsão,
pois, negava-se atirar em pessoas desarmadas que protestavam contra as forças
de paz ali instaladas, tendo estas, ordens de controlar a qualquer custo,
ainda que com a força, a situação. Ao negar-se em matar, foi expulso,
todavia, com outras menções por parte da força expedicionária. O Resultado
de sua expulsão, provocou a morte de sua mãe e a proibição de sua irmã,
para que retornasse para próximo a família. Robles, lutava, não apenas pela
indenização na ordem de quatrocentos mil dólares contra o Canadá, mas
sobretudo pela divulgação pública de que se negara em assinar a “Ordem de
Deportación” número, 3299-77-1639, por ser inverídica, onde era
qualificado como uma classe doentia de personalidade, sofrendo na ocasião
tortura e fortes choques no cérebro, afim de que fraquejasse e decidisse em
assinar. Ficando, na época totalmente sem expressão verbal, devido a tortura
por choque e medicamentos, foi julgado inofensivo aos interesses canadenses,
sendo imediatamente deportado. Todavia, Robles, colocou-se sob intervenção
psicanalítica, reconquistando o fluxo ideal cíclico cerebral, de onde,
até a sua morte, moveu múltiplas ações contra o governo daquele país. Como ele
próprio dizia: “um país em que os pés de seus militares fedem como se
podre estivessem, com pretensões européias dentro das Américas(...) porque
já es tiempo que El Canadá deje de ser um Pais Europeo, enclavado em América
y se manifieste mas Latino Norteamericano, como La Província de Quebec(...)
No
momento destas palavras supra, Robles Máximo já encontrava-se completamente
entregue, ainda que sonhando em melhoras para a humanidade, admitia a velhice
e o cansaço na luta de quarenta e seis anos em busca de direitos humanos.
Oitenta anos, sem recursos, sem alimentos, sem dentes, investiu em cultura, de
onde, hoje, mesmo após a sua morte, esgotados os recursos físicos e humanos,
materialmente ao seu alcance, contra uma dentre as sete potências do mundo,
Canadá, ecoa em processo contínuo de repercussões históricas de como são
tratados aqueles que “deliberadamente” são enviados para a guerra.
Este
extrato em resumo histórico de uma pequena parte da vida de Robles
Máximo,
faz com que estejamos atentos aos líderes governamentais que fomentam a
guerra e enviam jovens para um futuro, senão de lembranças pelos amigos, por
suas prematuras mortes, de
infinitas incursões em busca de justiça “não apenas social, mas sobretudo
de direito internacional”.
Na
atualidade, temos observado Presidentes tomando decisões sob fortes tensões
pessoais, como o Presidente Clinton dos Estados Unidos, onde, quando mais era
solicitado pelo Senado Americano, respondendo processo de impedimento de funções
– devido ao caso Mônica L. – nesses momentos, para aliviar-se das tensões,
observávamos os picos nos índices de bombardeios ao golfo. Também, o atual
Presidente Buch, devido a distúrbios psicosugestivos adquiridos de seu pai
quando Presidente, projeta a problemática vivida pelo pai, como estratégia
de condução de seu País, colocando o mundo sob alerta devido a uma
psicotransferência recebida do pai, bombardeando sucessivamente ao Iraque. Em
1990/1991, aproximadamente cento e trinta e sete mil, quinhentas e dez pessoas
são vítimas do conflito envolvendo Saddam Hussein e as forças de “Paz”
entre vinte e oito países, liderados pelos Estados Unidos. Na Chechênia,
quando da intervenção militar Russa – 1994/1996, cem mil pessoas morrem.
Em 1995, um saldo de duzentos mil mortos é definido como resultado da guerra
da Bósnia, onde muçulmanos-croatas e sérvios, com a nominada limpeza étnica,
expulsam e massacram os grupos rivais. Nos confrontos na Guatemala, em trinta
e seis anos, cento e cinqüenta
mil pessoas foram vítimas
fatais. Tudo isto, em pouquíssimos anos, imagine-se falarmos em períodos
mais entre 1970 e 1980, ou 80 e 90, ou (...)
É
chegada a hora de criarmos dispositivos constitucionais contra ditadores e
homens com distúrbios psicanaliticamente ativos transferenciais mentais como
Bush ou Saddam, ou mesmo contra homens com distúrbios temporários como
sofreu Clinton quando do processo Mônica L. – Estes homens devem ser
refreados, não podemos permitir que toda uma Nação fique a mercê de
“impulsos psicorreativos emocionais” de um ou alguns poucos homens.
Poderíamos
não mais conviver com a fome, criando um pequeno dispositivo constitucional
de plantarmos árvores frutíferas, três pés, frente a cada residência. O
Brasil, por exemplo, conta na atualidade com cinco mil quinhentos e cinqüenta
e nove municípios, espaço, há para mais duzentos mil outros. Se adotarmos
em lei, institucionalizando a contrapartida popular do plantio de três pés
de árvores frutíferas frente a cada residência, rapidamente não faltará
um alimento sadio ao estender de um braço.
A
fome e subnutrição em mais de vinte países do Continente Africano, antes de
atrair as atenções do mundo, faz com que os países em melhores condições,
se afastem, evitando “problemas”. Apenas 2% é a participação africana
nas transações econômicas mundiais. A média de vida, devido aos 71% de
concentração de incidência de HIV mundial, cai de 60 para 45 anos. Ainda,
90% de casos de malária mundial concentram-se no Continente Africano. Fala-se
muito em Etiópia, no entanto, este, é apenas um entre tantos outros países
com a sua mesma problemática.
Antes
de estarmos alimentando as artes de guerras, deveríamos erradicar
completamente a fome no mundo.
Como?
Em um grande mutirão mundial para o plantio de trilhões de mudas frutíferas
meio as cidades, iniciando nos bairros, quadra a quadra, casa a casa.
Voluntários assistidos por seus países, em uma grande frente de
erradicação da fome no mundo.
Jamais
o mundo poderia promover o isolamento econômico do Continente Africano, como
vem ocorrendo.
O
que podemos afirmar sem nenhum receio, é que, em nosso ver, o mundo sem a
passagem de Robles Máximo continuaria em um curso, após a sua passagem,
acreditamos, haverá de redirecionar sua trajetória.
Necessitamos
limitar os poderes dos líderes de países, em relação as artes de guerras e
exigir-lhes maior eficácia no tocante a solução de problemas impostos pela
natureza e contingência de crescimento populacional e por epidemias. Jamais
sermos os primeiros a promovermos a destruição e morte.
Nossa
matéria finaliza esclarecendo a população e comunidade científica o
significado do título Ph.I que antecede o nome de Robles Máximo, no início
desta matéria – Ph.I é um título instituído pela Academia de Letras do
Brasil, na qualidade de entidade cultural, científica, de formação e pós-graduação.
Esta entidade, é voltada a congregar
um escritor de cada município brasileiro, sendo a mesma, a mantenedora
do Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil, entidade criada em
movimento nacional ocorrido em 1993/1995, onde o então Presidente da Academia
Brasileira de Letras, Josué Montello, convidado a assumir o Conselho,
declinou seu nome em favor do Escritor Ph.I Mário Carabajal, atual Presidente
da Academia de Letras do Brasil e Presidente Pró-Tempori do referido
Conselho. Ph.I – significa Philósofo Imortal, considerado, entre os
escritores, como o mais alto título, conquistado por mérito literário e
científico, com defesa de Tese interna na Academia de Letras do Brasil -. em
defesa de Causas Imortais, ligadas a solução de grandes problemas sociais,
mundialmente reconhecidos.